Internacional

Amnistia Internacional apela ao bom senso do governo britânico

A organização, que mantém a sua posição neutra, identifica alguns dos futuros desafios

Num comunicado liberado esta segunda-feira, a diretora da Amnistia Internacional (AI) do Reino Unido mostrou-se preocupada com a relação entre o Brexit e as questões de direitos humanos. Kate Allen deixou um apelo “aos líderes de todas as partes”, identificando pontos potencialmente problemáticos.

A escassez de medicamentos, o futuro dos cidadãos - tanto da União Europeia (UE) como do Reino Unido –  e o direito à emigração são algumas das preocupações de Allen.

O comunicado relembra ainda que o Governo deverá estar devidamente preparado para responder aos pedidos de imigração e asilo crescentes, ao mesmo tempo que precisará de combater “a exploração de terceiros”. A Amnistia adverte também para a preocupação que o Governo não pode deixar de ter perante o milhão de cidadãos do Reino Unido que vive atualmente na União Europeia.

Para além das perdas estimadas no valor de 13 mil milhões de euros, a saída “selvagem” do Reino Unido faz com que a Amnistia considere “vital” o fornecimento de comida. A organização sublinha ainda o país já está a “testemunhar uma dependência crescente nos bancos de alimentos” e que, futuramente, “o governo deve, portanto, tomar medidas para superar todos os obstáculos para garantir o acesso a medicamentos de boa qualidade e preços acessíveis”.

Para que as pessoas possam exercer “plenamente os seus direitos à educação, saúde, trabalho e vida familiar” a AI afirma que é imperativo que não haja restrições à liberdade de circulação na Irlanda do Norte.

Num comunicado liberado esta segunda-feira, a diretora da Amnistia Internacional (AI) do Reino Unido mostrou-se preocupada com a relação entre o Brexit e as questões de direitos humanos. Kate Allen deixou um apelo “aos líderes de todas as partes”, identificando pontos potencialmente problemáticos.

A escassez de medicamentos, o futuro dos cidadãos - tanto da União Europeia (UE) como do Reino Unido –  e o direito à emigração são algumas das preocupações de Allen.

O comunicado relembra ainda que o Governo deverá estar devidamente preparado para responder aos pedidos de imigração e asilo crescentes ao mesmo tempo que precisará de combater “a exploração de terceiros”. A Amnistia adverte também para a preocupação que o Governo não pode deixar de ter perante o milhão de cidadãos do Reino Unido que vive atualmente na União Europeia.

Para além das perdas estimadas no valor de 13 mil milhões de euros, a saída “selvagem” do Reino Unido faz com que a Amnistia considere “vital” o fornecimento de comida. A organização sublinha ainda o Reino Unido já está a “testemunhar uma dependência crescente nos bancos de alimentos” e que, futuramente, “o governo deve, portanto, tomar medidas para superar todos os obstáculos para garantir o acesso a medicamentos de boa qualidade e preços acessíveis”.

Para que as pessoas possam exercer “plenamente os seus direitos à educação, saúde, trabalho e vida familiar” a AI afirma que é imperativo que não haja restrições à liberdade de circulação na Irlanda do Norte.