Economia

Meo regista uma diminuição de 32% nas reclamações, diz Anacom

Nos primeiros seis meses deste ano, as reclamações nas comunicações cairam 11%.

As reclamações nos serviços de comunicação registaram uma diminuição de 11% nos primeiros seis meses deste ano quando comparado a igual período do ano passado, altura em que tinha sido registado um aumento de 25%, anunciou esta terça-feira a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom). Assim, foram apresentadas cerca de 43 mil reclamações por parte dos consumidores de janeiro a julho.

A Anacom informou ainda que as reclamações relativas ao setor das comunicações eletrónicas chegaram às 32 mil, um valor que significa menos 13% do que em igual período do ano anterior, enquanto que as do setor postal chegaram às cerca de 11 mil, uma queda de 5%. 

O regulador explica que estes dados juntam as reclamações que são registadas no livro de reclamações - físico e eletrónico - e ainda as que foram enviadas diretamente à Anacom. As situações em que os 
utilizadores, por opção própria ou recomendação dos operadores, tenham feito a sua reclamação através de carta, e-mail, call center ou presencialmente, não fazem parte destas contas.

Meo com queda de 32% Das 32 mil reclamações relacionadas com o setor das comunicações eletrónicas, a Meo regista a maior percentagem de queixas (37%) mas ainda assim, a maior descida (-32%) face ao período homólogo, no qual esse operador tinha registado um aumento de 105%. Com o maior número de queixas seguem-se a NOS (34%), Vodafone (25%) e da NOWO/ONI (4%).

CTT com redução de 12% No que diz respeito ao setor postal, este foi alvo de 10,7 mil reclamações. Desse número, 86% visaram os CTT, percentagem que corresponde a 9,2 mil reclamações. Ainda assim, foi registada uma redução de 12% face a período homólogo, altura em que tinha sido registado um aumento de 88%. O segundo operador mais reclamado dentro desta área foi a CHRONOPOST, com 7% das reclamações.

Segundo a Anacom, o livro de reclamações físico foi usado em 48% das reclamações. Já as utilizações eletrónicas correspondem a 44%.