Vida

A atriz portuguesa que quis casar com Cristiano Ronaldo

Jovem conta “história nunca revelada”. "Queria sair dali e dar um abraço de consolo ao meu possível futuro marido”.

A atriz Joana Castro recorda a sua paixão pelo “melhor do mundo”, no dia em que Cristiano Ronaldo faz 35 anos.

"O melhor do mundo faz anos e eu conto a história nunca revelada, da época em que eu quis casar com o Cristiano Ronaldo", escreveu Joana Castro no seu Instagram.

A atriz, na altura com 17 anos, acompanhava os treinos do clube de Alvalade onde CR7 jogava na altura. "O meu sportinguismo era vibrante nessa altura, mas para dizer a verdade, eu só ali estava para conquistar o agora melhor do mundo", contou.

“Fosse na academia de Alcochete onde assistia aos jogos da equipa b e o Cristiano se destacava, fosse na famosa porta 10a, de onde saíam os jogadores depois dos treinos, fosse em sessões de autógrafos na loja verde, eu estava lá sempre. eventualmente ele já tinha reparado em mim, pois eu não dava hipótese! tratava-me por joaninha. ‘Joaninha tás cá hoje?’. Joaninha isto, Joaninha aquilo, e eu tremia das pernas. Fomos ficando conhecidos, ele cumprimentava-me sempre, entre chutes na bola e flexões no relvado. Um dia até me piscou o olho”, recordou.

Joana Castro destacou também um momento menos feliz do clube, que tinha acabado de perder um jogo em Alvalade. “Adeptos furiosos insultavam os jogadores, atiravam objetos aos seus carros, quando estes saíam da garagem...vivia-se um ambiente bélico. Queria sair dali e dar um abraço de consolo ao meu possível futuro marido”.

Depois de fintar, à boa maneira do seu ídolo, alguns obstáculos, a atriz lá conseguiu chegar perto de Cristiano Ronaldo, que estava com ar de poucos amigos devido à derrota do Sporting.

“Decidi bater ao de leve no vidro do carro. Cristiano leva a mão ao botão, o vidro desce devagar, e com o ar mais condescendente do mundo diz-me: "Joaninha, agora não!". Volta a subir o vidro, e lá foi à sua vida”, contou ainda Joana Castro.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

o melhor do mundo faz anos e eu conto a história nunca revelada, da época em que eu quis casar com o cristiano ronaldo. tínha 17 anos, e faltava às aulas para ir assistir aos treinos no antigo estádio josé de alvalade. o treinador na altura, era lászló bölöni, e manolo vidal um dos dirigentes do @sportingclubedeportugal. ora como o meu avô joaquim, era jornalista e conhecido desta malta toda, eu usava do estatuto de sua neta, para conseguir entrar em tudo o que era sítio daquele estádio. cheguei a assistir aos treinos, sentada no relvado, encostada às grades. eles achavam-me graça, e o meu sportinguismo era vibrante nessa altura, mas para dizer a verdade, eu só ali estava para conquistar o agora melhor do mundo. fosse na academia de alcochete onde assistia aos jogos da equipa b e o cristiano se destacava, fosse na famosa porta 10a, de onde saíam os jogadores depois dos treinos, fosse em sessões de autógrafos na loja verde, eu estava lá sempre. eventualmente ele já tinha reparado em mim, pois eu não dava hipótese! tratava-me por joaninha. "joaninha tás cá hoje?" joaninha isto, joaninha aquilo, e eu tremia das pernas. fomos ficando conhecidos, ele cumprimentava-me sempre, entre chutes na bola e flexões no relvado. um dia até me piscou o olho. começava a falar-se de clubes estrangeiros interessados naquele craque, e o sporting a passar uma fase difícil. conto-vos agora como acaba esta história: já não me lembro qual o adversário, mas fui assistir a um jogo a alvalade, e perdemos. adeptos furiosos insultavam os jogadores, atiravam objectos aos seus carros, quando estes saíam da garagem...vivia-se um ambiente bélico. queria sair dali e dar um abraço de consolo ao meu possível futuro marido. até ali estava tudo em aberto. bati à porta da garagem, abriu um senhor muito velhinho, a quem digo que venho ter com manolo vidal. era mentira, mas o senhor deixou-me entrar. dentro da garagem, só grandes máquinas, e as famílias dos jogadores à espera deles, cada uma junto do respectivo carro. lembro-me da mulher do marius nicolai, era linda de morrer. *texto continua nos comentários

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