Sociedade

“Enquanto eles não mandarem a gente não fecha”. Fotoreportagem em Monte Abraão, Sintra

Alguns cafés abertos, afinal há contas para pagar, e filas nas farmácias, que o diga Maria Emília que esteve uma hora e meia na fila da farmácia para ter medicamentos para um mês.

Maria Emília, 73 anos. Uma hora e meia na fila da farmácia para ter medicamentos para um mês MFR/SOL
Casal desce a rua de mão dada MFR/SOL
Cafés abertos. “Enquanto eles não mandarem a gente não fecha”, diz proprietário da petisqueira Mama. “Ainda ontem desinfetei tudo com lixívia. Há contas para pagar. O pequenino sofre sempre mais mas seja o que Deus quiser”, diz Venâncio Salgado MFR/SOL
Loja chinesa, fechada desde o dia 15 MFR/SOL
Distancia de segurança no multibanco MFR/SOL
Fila para o supermercado MFR/SOL
Parque infantil fechado a cadeado MFR/SOL
Bernardo, 10 anos, joga no Benfica e tm treinos para fazer. "Mas em casa não da muito jeito", diz a mãe. Vieram cá fora filmar. Não há mais ninguém no parque, “São muitos dias confinados em casa e estão habituados a correr duas horas por dia. Não é fácil e nos também estamos em teletrabalho mas estamos a tentar gerir isto da melhor forma”, diz a mãe, comercial MFR/SOL
O regresso a casa MFR/SOL
Estrada, que dá acesso ao IC19, está deserta MFR/SOL

No primeiro dia do estado de emergência, que entrou em vigor às 24h00, em Monte Abraão circulavam muito menos carros, havia menos pessoas e um parque infantil até estava fechado a cadeado. Mas a petisqueira Mama, na rua principal, estava de portas abertas, afinal “há contas para pagar”.