Sociedade

Com maior afluência aos transportes públicos, Conselho Metropolitano de Lisboa reúne-se com operadores e Governo

Para o Conselho Metropolitano de Lisboa, a normalização do sistema público de transportes é “absolutamente essencial”.

O Conselho Metropolitano de Lisboa reuniu-se nesta quinta-feira em videoconferência para discutir o estado atual dos transportes públicos coletivos de passageiros da Área Metropolitana de Lisboa e para encontrar formas de, em articulação com os operadores, “injetar maior confiança no sistema de transporte público de passageiros”. 

Num comunicado enviado às redações, o Conselho Metropolitano de Lisboa consideram “o aumento da oferta de serviço público de transportes, o reforço do cumprimento rigoroso de medidas de segurança e higienização nos veículos e a capacitação financeira do setor” os três eixos de ação prioritários num momento em que, com o desconfinamento, aumenta a afluência de utentes aos transportes de toda a região metropolitana e surgem novos focos de infeção na região.

“A urgência na resolução destas questões assume agora maior importância, tendo em conta não só a situação epidemiológica na região, mas também as estimativas da Área Metropolitana de Lisboa, que apontam para uma afluência mais elevada de utentes aos transportes públicos de passageiros no início do mês de junho, em função da entrada em vigor de novas medidas de desconfinamento”, lê-se no comunicado. 

Considerando a normalização do sistema público de transportes “absolutamente essencial”, o Conselho Metropolitano de Lisboa agendou para os próximos dias “várias reuniões e contactos entre autoridades de transportes, operadores públicos e privados, e membros do governo, no sentido de tornar mais célere a adoção de novas medidas para o setor”.

Início da época balnear
Na reunião desta quinta-feira, os vários municípios levantaram ainda várias questões relativas à gestão das praias e das zonas costeiras no contexto da pandemia de covid-19, pelo que será também agendada uma reunião “com caráter de urgência” entre municípios e membros do Governo com vista à criação das condições necessárias “salvaguardar todas as questões relacionadas com a higienização e segurança das praias”.