Economia

TAP. Providência cautelar foi “intempestiva”

Na sexta-feira, o Supremo Tribunal Administrativo autorizou o Governo a avançar com a injeção de capital se demonstrar que o adiamento da “seria prejudicial para o interesse público”.

O presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho criticou a Associação Comercial do Porto por ter apresentado uma providência cautelar “intempestiva, inusitada” para travar a injeção de 1,2 mil milhões de euros do Estado na TAP. 

Na sexta-feira, o Supremo Tribunal Administrativo autorizou o Governo a avançar com a injeção de capital se demonstrar que o adiamento da “seria prejudicial para o interesse público”.

O presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho considera que a posição da Associação Comercial do Porto "vem condicionar o futuro da empresa, vem atropelar a negociação entre o Governo e os acionistas privados da TAP e vem condicionar o diálogo construtivo em curso dos atores regionais com a administração" da transportadora aérea.

O Estado (através da Parpública) já detém 50% da TAP, resultado das negociações do Governo de António Costa com o consórcio Gateway (de Humberto Pedrosa e David Neeleman), que ficou com 45% do capital da transportadora, e os restantes 5% da empresa estão nas mãos dos trabalhadore