Economia

TAP negoceia devolução de aviões

Pedro Nuno Santos disse ainda que a autorização que foi feita por Bruxelas foi uma injeção “para garantir liquidez da tesouraria da empresa até final do ano” e que, até essa altura, a TAP tem de desenvolver um plano de reestruturação para garantir a sua viabilidade.

O ministro das Infraestruturas e da Habitação afirmou que a TAP está a abandonar encomendas que já estavam feitas e a “negociar a devolução de alguns aviões”

Pedro Nuno Santos disse ainda que a autorização que foi feita por Bruxelas foi uma injeção “para garantir liquidez da tesouraria da empresa até final do ano” e que, até essa altura, a TAP tem de desenvolver um plano de reestruturação para garantir a sua viabilidade.

É no quadro "desse plano de reestruturação, onde vão estar elencadas um conjunto de medidas de reestruturação que vão ter de ser feitas sobre quais são as necessidades em termos de injeção adicional e, por isso, é só nesse momento e na negociação com a Comissão Europeia que vamos conseguir identificar o valor que é necessário para promover a recuperação da empresa", explicou, em resposta ao PSD.

"Estes 1.200 milhões de euros são uma injeção de emergência para garantir que a companhia continua a operar enquanto o plano de reestruturação é desenhado", salientou Pedro Nuno Santos.

"Estamos a poucas semanas" do plano de reestruturação, disse.