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António Costa diz que manifestação no Porto foi "legítima" mas condena arremesso de garrafas

Foram arremessadas garrafas contra a força de segurança presente na Avenida dos Aliados e queimados caixões, que simbolizam a morte do setor. 

O primeiro-ministro, António Costa, já reagiu à manifestação de empresários da restauração, comércio e hotelaria, que ocorreu esta tarde, no Porto, contra as medidas impostas pelo Governo para os próximos dois fins de semana, e diz que, apesar de considerar "legítima" a manifestação, condena a violência durante o protesto, em declarações à RTP1.

"É evidente que há muitas pessoas a sofrer muito. As pessoas que vão ter de ficar em casa vão sofrer. E há setores como o da hotelaria, a restauração, o comércio, que vão sofrer particularmente", admitiu o governante, à porta do Teatro da Trindade, em Lisboa, afirmando que a manifestação foi "legítima, mas o arremesso de garrafas nunca é legítimo".

Recorde-se que foram arremessadas garrafas contra a força de segurança presente na Avenida dos Aliados e queimados caixões, que simbolizam a morte do setor.  Costa apelou ainda à serenidade. "E façamos este esforço, porque é um esforço para bem de todos", disse o primeiro-ministro.