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Autoridades suecas tratam esfaqueamento de sete pessoas como tentativa de homicídio, mas não excluem motivos terroristas

De acordo com a polícia sueca, o agressor é um afegão de 22 anos que vivia em Vetlanda e terá atuado sozinho. Dos oito feridos, cinco estão em Unidades de Cuidados Intensivos, mas nenhum se encontra em estado crítico.


As autoridades suecas estão a investigar um ataque com uma arma branca – que, na quarta-feira, deixou oito pessoas feridas, em Vetlanda – como um caso de tentativa de homicídio, não excluindo, no entanto, um possível motivo terrorista.

"O crime foi classificado como tentativa de homicídio, mas continuamos a investigar se há um possível atentado", disse, em conferência de imprensa, a chefe da polícia de Jönköping, Malena Grann.

Também esta quinta-feira, o primeiro-ministro Stefan Löfven e ministro do Interior sueco, Mikael Damberg, consideraram normal que se investigue um possível atentado. "Havia dados iniciais que sugeriam que era necessário estudar a possível ligação terrorista. Seria estranho não fazer isso", vincou Damberg.

De acordo com a polícia sueca, o agressor é um afegão de 22 anos que vivia em Vetlanda e terá atuado sozinho. Dos oito feridos, que incluem o atacante baleado por um agente numa perna no momento da detenção, cinco estão em Unidades de Cuidados Intensivos, mas nenhum se encontra em estado crítico.

O ataque ocorreu pelas 15h locais (13h em Lisboa), em vários pontos da cidade. As sete pessoas esfaqueadas são do sexo masculino, nascidas entre 1945 e 1985, e sem ligação com o atacante.