Sociedade

Covid-19 fez quase 10 mil mortos no mundo nas últimas 24 horas

Na terça-feira registaram-se 9.956 mortes associadas à covid-19, das quais quase metade ocorreram no Brasil, Estados Unidos e México. 


Nas últimas 24 horas, o balanço mundial, baseado em dados oficiais, realizado pela agência francesa France-Presse (AFP), esta quarta-feira, dá conta de 9.956 mortes associadas ao novo coronavírus, das quais quase metade ocorreram no Brasil (1.972), Estados Unidos (1.884) e México (866).

No mesmo período, também foram registados 420.756 novos casos de covid-19 pelo mundo, aumentando assim o número de infetados dos últimos 15 meses para 117.511.850. Há uma grande parte de pacientes que já recuperaram da doença, contudo, uma parte, mal avaliada, ainda mantém os sintomas durante semanas ou até meses.

Ao nível de mortes, no total, já foram atingidos 2.611.162 óbitos desde dezembro de 2019.

O país mais afetado em termos de mortes e casos é os Estados Unidos, com 527.699 óbitos e 29.096.052 casos, segundo a contagem da Universidade Johns Hopkins.

A seguir aos EUA, está o Brasil com 268.370 mortes e 11.122.429 casos, o México com 191.789 mortes e 2.137.884 casos, a Índia com 158.063 mortes e 11.262.707 casos e o Reino Unido com 124.797 mortes e 4.228.998 casos.

Entre os países mais afetados, a República Checa é o que apresenta o maior número de óbitos em relação à sua população, atingindo as 209 mortes por cada 100 mil habitantes, seguindo-se a Bélgica (193), Eslovénia (188), Reino Unido (184) e Montenegro (174).

Já em relação aos dados sobre os continentes, a Europa, até às 11h GMT de hoje, hora igual em Lisboa, contabilizou 882.292 vitimas mortais e 39.020.059 infeções, enquanto a América Latina e as Caraíbas registaram 703.857 mortes e 22.254.356 casos.

Os Estados Unidos e Canadá assinalaram 549.994 óbitos e 29.988.658 casos, de seguida a Ásia registou 260.753 mortes e 16.441.345 casos, e o Médio Oriente 106.872 mortes e 5.789.960 casos.

Por último, os continentes que contabilizam os menores números de mortes e casos: África com 106.436 mortes e 3.984.524 casos e Oceânia com 958 mortes e 32.952 infetados.

Desde o início da pandemia, o número de testes realizados continua a aumentar e as técnicas de rastreamento têm sido aperfeiçoadas, o que resulta num aumento do número de infeções registadas.

Contudo, o número de casos diagnosticados não consegue demonstrar a realidade da propagação do vírus, visto que grande parte dos casos menos graves ou assintomáticos não são detetados.

É de mencionar que estes números são baseados nos relatórios publicados diariamente pelas autoridades de saúde de cada país e não se apoiam nas revisões feitas por agência de estatística, como fazem na Rússia, em Espanha e no Reino Unido.