Sociedade

Há mais de seis meses que o número de novos casos de covid-19 não era tão baixo

Portugal registou 256 casos de covid-19 e 10 vítimas mortais. É preciso recuar até 7 de setembro, quando foram contabilizados 249 contágios, para encontrar um valor mais baixo do que o de hoje.


Portugal registou, esta segunda-feira, 256 casos do novo coronavírus e dez vítimas mortais, de acordo com o mais recente epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS). É preciso recuar até 7 de setembro, quando foram contabilizados 249 contágios, para encontrar um valor mais baixo do que o de hoje. Já em relação aos óbitos, é o número mais baixo desde 14 de outubro, dia em que foram contabilizadas sete vítimas mortais.

Lisboa e Vale do Tejo continua a ser a região com mais contágios: foram 91 nas últimas 24 horas. Segue-se o Norte com 64, o Centro com 22, o Alentejo com 12 e o Algarve com quatro. Nos arquipélados da Madeira e dos Açores há 57 e seis novas infeções, respetivamente.

Segundo o boletim, Portugal tem uma incidência de 96 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias e Portugal continental de 84,2. O rácio de transmissibilidade (RT) situa-se nos 0,83 em Portugal e nos 0,79 em Portugal continental.

Das dez mortes contabilizadas nas últimas 24 horas, sete foram em Lisboa e Vale do Tejo, duas no Centro e uma no Alentejo.

Até às 23h59 de domingo, estavam hospitalizadas 996 pessoas com covid-19, mais 20 do que no dia anterior. Dessas, 231 estão em Unidades de Cuidados Intensivos, menos 11.

Portugal registou, desde o início da pandemia, 814.513 casos do SARS-CoV-2, 36.031 dos quais permanecem ativos, e 16.694 vítimas mortais. Nas últimas 24 horas, 2.371 pessoas recuperaram da doença, elevando o total para 761.788. Atualmente, as autoridades de saúde têm 16.685 contactos em vigilância.

O boletim de segunda-feira atualiza ainda a distribuição geográfica dos casos por concelho. Há 35 concelhos com uma incidência de zero casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias.

Há três concelhos no nível de risco muito elevado e um no nível extremo, todos localizados no arquipélago na Madeira, mas segundo a DGS, os ​"dados devem ser interpretados atendendo ao atraso entre diagnóstico e notificação verificado no período em análise".

Veja aqui o boletim na íntegra.