Sociedade

Cerimónias de 13 de Maio em Fátima vão permitir peregrinos

O santuário de Fátima confirmou ao Nascer do SOL que para o próximo 13 de Maio – já com o país sem estado de emergência – a organização será semelhante à peregrinação de outubro passado.

O Santuário de Fátima está a preparar-se para as cerimónias do próximo 13 de Maio. Há um ano, as cerimónias fizeram-se pela primeira vez sem peregrinos, mas os grupos voltaram a ser permitidos no final do ano, ainda com regras de distanciamento, menor lotação e controlo de acessos, por recomendação das autoridades de saúde.

Já este ano e depois de um novo confinamento devido à pandemia de covid-19, as celebrações com fiéis foram retomadas a 15 de março.

O santuário de Fátima confirmou ao Nascer do SOL que para o próximo 13 de Maio – já com o país sem estado de emergência – a organização será semelhante à peregrinação de outubro passado.

Na altura, a lotação do recinto do Santuário foi reduzida a 6 mil fiéis, com círculos marcados no chão a separar os grupos.

Nesta quinta-feira ainda não estava fechada a lotação e a logística será apresentada na próxima semana.

Tal como no ano passado, não estão a ser incentivadas as peregrinações de grupos a pé.

 As cerimónias deste ano contarão com um momento especial: o Santuário de Fátima vai unir-se ao pedido de oração pelo fim da pandemia que o Papa Francisco lançou a 30 santuários de todo o mundo para o mês de maio.

O rosário extraordinário vai ser recitado às 17h00 na Capelinha das Aparições, com transmissão para todo o mundo através da televisão do Vaticano e das redes sociais do santuário.

Entretanto, o Papa Francisco confirmou nesta quinta-feira a intenção de regressar a Fátima em 2023, quando terão lugar as Jornadas Mundiais da Juventude – que estavam inicialmente previstas para 2022 e foram adiadas um ano por causa da pandemia. O anúncio foi feito pelo bispo de Leiria-Fátima, que teve uma audiência privada com o pontífice.

«Foi um encontro muito cordial, no qual expressei ao Papa o agradecimento pelo seu testemunho de esperança e encorajamento neste momento difícil que o mundo atravessa», referiu D. António Marto.