Economia

Estudo da DECO conclui que MEO tem a melhor rede móvel nacional

Operadora da Altice recebeu a distinção ‘Melhor do Teste – Internet Móvel’, da aplicação QualRede da associação de defesa do consumidor.


Um estudo independente da DECO PROTESTE conclui que a MEO, marca da Altice Portugal, tem a melhor rede móvel nacional, segundo dados dos últimos 12 meses.

A operadora recebeu a distinção ‘Melhor do Teste – Internet Móvel’, da aplicação QualRede da DECO PROTESTE.

O “estudo comparativo baseia-se em análises objetivas e independentes, que têm como base a experiência real dos consumidores que utilizaram a app QualRede”, adianta a associação de defesa do consumidor.

“Os dados colocam a MEO no Pódio do Resultado Global 2G/3G/4G com 23 219 pontos. A pontuação resulta da média dos resultados obtidos nos vários parâmetros medidos com a ajuda dos 46 mil utilizadores que já recorreram à QualRede: velocidade de download e upload, teste de navegação na web e streaming”, refere a DECO.

Rita Rodrigues, Head of Media and Public Affairs da DECO PROTESTE, sublinha que a QualRede é um projeto lançado em 2016, que tem “tido um crescimento exponencial ao nível dos utilizadores e que se reflete na validade dos dados” e que a ideia é ajudar o consumidor a escolher uma rede móvel “que seja eficiente na sua zona de residência e trabalho”.

“Este ano foi a MEO que se destacou, obtendo os melhores resultados na média de todos os parâmetros”, acrescenta a responsável.

Já o presidente da Altice Portugal sublinha que a MEO é a operadora líder nos serviços de comunicações em Portugal. “Um marco alcançado fruto da nossa estratégia, que assume o Cliente enquanto principal foco e a Qualidade de Serviço enquanto pedra basilar do Investimento. Hoje, com esta distinção, voltamos a ser reconhecidos por esta aposta. A Altice Portugal tem a noção clara que estes investimentos são essenciais para as pessoas, para as empresas e para o desenvolvimento do País. Através do enorme e contínuo investimento em redes de comunicação, queremos continuar a capacitar Portugal e os portugueses para a transformação digital que se vive”, afirma Alexandre Fonseca.