Vida

Maria Vieira recorda #VermelhoemBelém para falar sobre mulheres afegãs e criticar figuras públicas portuguesas

“Ah, como eu desprezo estes hipócritas, estes lacradores da esquerda-caviar que se montam em pseudo-causas idiotas e disparatadas para posarem de bonzinhos".


Maria Vieira recorreu às redes sociais, esta terça-feira, para criticar algumas figuras públicas portuguesas, nomeadamente aquelas que apoiaram Marisa Matias nas últimas presidenciais. A atriz, que tem por hábito expor as suas opiniões no Facebook, quis comentar os mais recentes acontecimentos no Afeganistão e, para isso, recordou aqueles que aderiram ao #VermelhoemBelem, um movimento de apoio a Marisa Matias, depois de André Ventura criticar o batom vermelho da bloquista.

“Onde estarão agora estas e outras ‘melheres’ que, todas lampeiras, pintaram as beiças de vermelho para protestar contra o Dr. André Ventura só porque ele disse uma piada inofensiva e muito assertiva sobre a camarada marxista Marisa Matias?!?!”, escreveu Maria Vieira, numa publicação partilhada no Facebook, acompanhada pelas imagens de algumas das figuras públicas que demonstraram o seu apoio a Marisa Matias, nomeadamente Bruno Nogueira, Ana Gomes, Gisela João, Rui Maria Pêgo, Agir e David Bruno.

“Porque não pintam agora os lábios de vermelho por todas as mulheres que estão a ser e que vão continuar a ser reprimidas, agredidas, violadas, escravizadas, chicoteadas, apedrejadas e decapitadas pelos islamitas talibãs que tomaram o poder pela força no Afeganistão?!?!”, questiona.

“Ah, como eu desprezo estes hipócritas, estes lacradores da esquerda-caviar que se montam em pseudo-causas idiotas e disparatadas para posarem de bonzinhos, de fofinhos e de humanistas e para dessa forma ganharem a simpatia do sistema podre de que fazem parte e se continuarem a dar bem na vida, mas que quando batem de frente com a parede dos problemas e das causas reais se escondem por detrás do silêncio cobarde de quem não vale o chão que pisa”, rematou.

Sublinhe-se, contudo, que algumas das figuras atacadas pela humorista já recorreram às redes sociais para partilhar alguns conteúdos relacionados com os últimos acontecimentos em território afegão, agora dominado pelos talibãs, nomadamente com a situação das mulheres, como foi o caso de Ana Gomes, Agir ou Gisela João.