Politica

Participar+ vai ao Porto falar da juventude e dos desafios do país

Evento, que decorre no próximo sábado, reúne caras conhecidas como Costa Silva e Elísa Ferreira.


A Associação Participar+ organizará, no próximo dia 13 de novembro, no Porto, uma conferência versada em “Portugal: a juventude e os desafios do futuro”. O evento terá início pelas 14h30 de sábado, no auditório D. Pedro IV da Santa Casa da Misericórdia do Porto. 

A moderação estará a cargo de António Costa Silva, professor no IST e responsável pela planificação do PRR, e de Ana Gabriela Cabilhas, representante da Federação Académica do Porto. Moderarão, então, dois painéis: o primeiro concentrar-se-á em questões relacionadas com a ‘Saúde, Ciência e Investigação Científica’ e terá como oradores o professor Sobrinho Simões, presidente do Ipatimup, e João Pedro Videira, presidente do Conselho Nacional de Juventude. Já o segundo focar-se-á em ‘Ambiente, Emprego e Digitalização’ e trará a palco Elisa Ferreira, comissária da União Europeia, e José Diogo Marques, do Movimento Cumprir Portugal. Incumbido de encerrar as hostes estará António Tavares, provedor da Santa Casa da Misericórdia do Porto. 

No evento, será ainda apresentado o segundo caderno da Participar+, cujo título é “Contributos para respostas a importantes questões do presente”. Este segundo caderno é prefaciado por Eduardo Ferro Rodrigues e conta com colaborações de António Saraiva, Susana Santos, Manuel Fonseca, Vítor Ramalho, António Costa Silva, Ana Paula Martins e Carlos Monjardino. 

Recorde-se que, em abril deste ano, a Participar+ havia lançado o seu primeiro caderno - “Portugal que prioridades para o futuro” -, prefaciado por Marcelo Rebelo de Sousa e escrito por Ana Paula Martins, António Costa e Silva, João Ferreira do Amaral, Ricardo Paes Mamede e Vítor Ramalho. 

A Associação Participar+, fundada em setembro de 2020, nasce com o objetivo de “contribuir para a promoção de reflexões e debates” sobre temas importantes para o futuro. No seu manifesto, sublinham a importância da participação do cidadão, explicando que tal não é uma “escolha” mas sim um “dever”. “Participar para garantir o futuro de Portugal e dos portugueses não é uma escolha. É um dever de cidadania”.