Internacional

Homem em liberdade condicional volta para prisão por contratar amas para o tratarem como uma criança

Numa investigação levada a cabo pela polícia norte-americana quanto a um crime de tráfico humano, foi descoberto que Rutledge Deas IV fazia-se passar por "um homem mais jovem com necessidades especiais" quando contratava 'babysitters'. 


Um homem norte-americano de 31 anos que estava em prisão condicional por um crime de tráfico humano foi novamente detido pela polícia por contratar amas para o tratar como uma criança, mudando-lhe fraldas. 

O caso foi divulgado pela polícia do estado norte-americano do Lousiana através da página oficial do Facebook da força de segurança. Segundo a nota, durante a investigação na qual Rutledge Deas IV era visado por tráfico humano, a polícia descobriu que Rutledge fazia-se passar por "um homem mais jovem com necessidades especiais" e contratava "babysitters a quem pagaria para mudar a fralda e tratá-lo como uma criança", enquanto estava em liberdade condicional. 

Em 20 de dezembro, a polícia tomou conhecimento de uma mensagem de texto enviada por Rutledge que mostrava o detido estaria novamente envolvido em crimes de tráfico de seres humanos, o que resultou numa segunda investigação. 

Na mensagem, Deas indicou que estava a experimentar uma "terapia alternativa" e que se ofereceu dinheiro à vítima em troca de uma mudança de fraldas, detalha a nota. 

"Como parte da investigação em curso, os detetives souberam que Deas tentou recrutar a vítima para solicitar outras babysitters para cuidar dele enquanto ele se fazia passar novamente como um homem mais jovem com necessidades especiais", conta a polícia, explicando que com um mandado de captura, o norte-americano foi detido em sua casa e levado para o Centro Correcional Paroquial de Jefferson, sendo acusado de tráfico humano e agora de uma tentativa de tráfico humano. 

"A investigação continua a decorrer com a possibilidade de mais vítimas" se chegarem à frente e apresentarem alguma denúncia contra Rutledge Deas IV, afirma a polícia de Lousiana.