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Tibete celebrou 70 anos da libertação

Nas celebração do 70º aniversário da libertação pacífica do Tibete, foram apontadas as mudanças radicais que ali ocorreram ao longo destas sete décadas, proporcionando uma vida melhor à população local.

Tibete celebrou 70 anos da libertação

Conteúdo Patrocinado. Artigo publicado em parceria com a Associação Portuguesa de Imprensa 

O que é que o povo tibetano quer? Como as pessoas em todo o lado, quer uma vida pacífica e próspera e o direito de gerir os seus próprios assuntos. Segundo os dirigentes chineses, “a libertação pacífica do Tibete há 70 anos foi não só um ponto de viragem na história do Tibete, mas também o ponto de partida para o povo tibetano alcançar uma vida melhor”.

E acrescentam que “foram expulsas as forças imperialistas da região, defendendo a soberania e a integridade territorial do país, fazendo com que as pessoas do Tibete aproveitem, junto com todas as etnias da China, da soberania e da dignidade”. Sublinham que a reforma democrática liderada pelo Partido Comunista da China (PCC) “libertou milhões de escravos agrícolas na região, garantindo-lhes a posição social de igualdade e de direitos políticos”.

Atualmente, a região conta com 140 vias aéreas internas e externas, e está conectada à rede 4G. O rendimento das pessoas que atuam no setor agropecuário tem mantido um crescimento de dois dígitos durante 18 anos consecutivos.

Desde o Congresso Nacional do PCC realizado em 2012, o Tibete entrou no melhor período do seu desenvolvimento. O ritmo de crescimento económico anual está entre os primeiros três a nível nacional. Entre 2015 e 2020, o salário de todos os habitantes tibetanos conseguiu manter-se no primeiro lugar do país por seis anos contínuos. Em 2020, a região eliminou a pobreza absoluta, tornando-se um dos destinos mais procurados do mundo devido ao seu bom ambiente ecológico.

A cultura tibetana também se desenvolveu e a sua escrita e língua são amplamente usadas. Cerca de 800 itens, incluindo o Thangka, teatro, medicina e medicamentos tibetanos, estão declarados como patrimónios culturais imateriais. As crenças religiosas tibetanas também são respeitadas, com mais de 1.700 templos providos de eletricidade, água potável e instalações cibernéticas.

O escritor norte-americano, Laurence J. Brahm, considera que todas as culturas étnicas do Tibete estão perfeitamente protegidas. O advogado paquistanês, Muhammad Iqbal, que já viajou pela região, disse que o Tibete de hoje já não é o que era no passado, e que a estabilidade socioeconómica ajuda no trabalho de erradicação da pobreza no local.

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