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Resultado de cooperação dos BRICS ultrapassa as expectativas

Foi uma reunião importante, tendo como pano de fundo uma situação complexa. A pandemia do Covid-19, a lenta recuperação da economia mundial, os riscos geopolíticos da crise da Ucrânia, o ressurgimento do conceito de Guerra Fria e da política de blocos – tudo isto tem grande impacto na segurança e no desenvolvimento dos BRICS.


Conteúdo Patrocinado. Artigo publicado em parceria com a Associação Portuguesa de Imprensa

"Neste momento crítico da História, é vital para o Mundo que façamos a escolha certa e actuemos de forma responsável! – alertou o Presidente chinês no discurso que dirigiu à 14ª reunião de líderes dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Xi Jinping apelou aos BRICS para unirem forças para avançar juntos para o futuro.

Foi uma reunião importante, tendo como pano de fundo uma situação complexa. A pandemia do Covid-19, a lenta recuperação da economia mundial, os riscos geopolíticos da crise da Ucrânia, o ressurgimento do conceito de Guerra Fria e da política de blocos – tudo isto tem grande impacto na segurança e no desenvolvimento dos BRICS.

Mas as crises tanto podem trazer desordens como dar origem a mudanças, dependendo da resposta que lhes é dada.

Como representantes de países de mercados emergentes e países em desenvolvimento, o mecanismo de cooperação dos BRICS, após 16 anos de actividade, dispõe de condições e arrojo para estar à altura da ocasião e transformar as crises em oportunidades. Em termos de transacções, por exemplo, o comércio entre os países BRICS aumentou 300% em 2021 em comparação com 2006, o que o torna o grupo um motor para a recuperação e crescimento económico mundial.

Sendo o maior país dos BRICS em termos de produção económica, a China está novamente a presidir à organização, propondo-se apostar na cooperação e desenvolvimento para enfrentar os riscos e desafios e manter a paz e a tranquilidade mundiais

Relativamente à segurança global, a Declaração de Pequim, documento aprovado na Cúpula dos BRICS, deixa claro que a China “apoia as negociações entre a Rússia e a Ucrânia”, traduzindo a vontade destes países em proteger a paz mundial.

A China também não está a poupar esforços para promover o desenvolvimento global.

No passado mês de Abril, a cidade de Xiamen, no sul da China, acolheu a feira do BRICS, onde o vinho da África do Sul, o café do Brasil, as especiarias da Índia e o chocolate da Rússia se tornaram os produtos de maior procura nos negócios on-line transnacionais. Segundo as estatísticas, em apenas 16 dias, a venda destes produtos em diversas plataformas de e-comércio chegou a 270 milhões de yuans (cerca de 40 milhões de euros).

Na reunião, o Presidente Xi Jinping deu uma resposta clara à questão de saber se os BRICS irão expandir o seu número de membros, o que é motivo de preocupação para o mundo exterior.

"Integrar novos membros trará uma nova vitalidade à cooperação BRICS, e também reforçará a representatividade e a influência dos nossos países" – afirmou Xi Jinping.

Recorde-se que em 2021 o Novo banco de Desenvolvimento BRICS admitiu, como novos membros, os Emiratos Áreabes Unidos, o Uruguai, o Bqngladesh e o Egipto.

A Declaração de Pequim adoptada nesta reunião afirma, claramente: "Apoiamos os debates para fazer avançar o processo de alargamento dos BRICS".

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