Economia

Gás. Vendedores de garrafas corrigem preços

Os preços máximos da botija de gás de petróleo liquefeito (GPL), fixados pelo Governo, entraram em vigor na terça-feira e representam uma poupança de quase 3,2 euros por garrafa de butano de 13 quilogramas (Kg).


Os vendedores de garrafas de gás corrigiram os preços que não cumpriam o estipulado por um diploma do Governo, que limitou estes valores, segundo a Entidade Nacional para o Setor Energético (ENSE), que voltou, ontem, a fiscalizar a atividade. 

Depois na terça-feira ter realizado uma primeira inspeção, na qual encontrou um “elevado incumprimento” em 23,4% dos locais de venda, a entidade voltou a fazer “108 ações de fiscalização, em Castelo Branco, Portalegre, Santarém, Évora e, nos concelhos de Cascais, Oeiras e Sintra do distrito de Lisboa, centrando a sua atividade em postos de abastecimento, hiper/supermercados e no demais comércio a retalho”.

Nesta segunda fiscalização, a ENSE verificou  “ainda sete irregularidades (correspondente a 6,5% das ações realizadas) nos preços de venda (de 0,36 euros a 3,39 euros nas garrafas T3 e 6,92 euros em garrafas T5) deste tipo de produtos”. Mas deixou uma garantia: “Destas ações, constatou-se, na generalidade, a correção dos preços não conformes, nomeadamente no que respeitava aos valores excessivos cobrados em vários hipermercados da mesma marca”.

Os preços máximos da botija de gás de petróleo liquefeito (GPL), fixados pelo Governo, entraram em vigor na terça-feira e representam uma poupança de quase 3,2 euros por garrafa de butano de 13 quilogramas (Kg).

 

 

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