Sociedade

Ativistas detidos recusam suspensão provisória do processo e vão a julgamento a 29 de novembro

Jovens vão ser responder pelos crimes de "não dispersão em reunião pública e introdução em local vedado ao público".


Os quatro estudantes e ativistas pelo clima, detidos na sexta-feira na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, vão ser julgados dia 29 de novembro, após terem recusado a suspensão provisória do processo proposta pelo Ministério Público (MP).

À saída do tribunal de pequena instância criminal em Lisboa, Ana Carvalho, arguida no processo, revelou aos jornalistas que os estudantes tinham sido ouvidos apenas pelo MP, que propôs a suspensão provisória do processo, mas que tinha imposto a condição de estes não participarem em ilícitos de invasão, tendo os ativistas recusado a proposta.

Assim, o julgamento dos quatro jovens que vão responder por "não dispersão em reunião pública e introdução em local vedado ao público" ficou marcado para 29 de novembro, pelas 14h30, no Campus de Justiça.

À porta do tribunal estavam também cerca de três dezens de outros jovens, para manifestar a sua solidariedade com os arguidos, gritando palavras de ordem sobre questões ambientais.

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