Economia

ERSE contesta estudo e garante independência

Esta é a a resposta do regulador a um estudo publicado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS), sobre a atividade das entidades reguladoras em Portugal, e concluiu que “a ERSE é, aparentemente, a mais politizada das três entidades, uma vez que, desde a sua fundação”, metade “das pessoas nomeadas para a administração detinham experiência política, maioritariamente em cargos governativos”, a entidade veio dizer que opera com “transparência”.

ERSE contesta estudo e garante independência

A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) garantiu esta segunda-feira que a sua atividade está sujeita a “elevado escrutínio” e que os membros dos seus conselhos de administração têm exercido “as suas funções com elevada qualidade” e “de forma independente”.

Esta é a a resposta do regulador a um estudo publicado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS), sobre a atividade das entidades reguladoras em Portugal, e concluiu que “a ERSE é, aparentemente, a mais politizada das três entidades, uma vez que, desde a sua fundação”, metade “das pessoas nomeadas para a administração detinham experiência política, maioritariamente em cargos governativos”, a entidade veio dizer que opera com “transparência”.

Segundo o regulador, “ao longo de mais de 20 anos de atuação no setor da regulação da energia, os quatro conselhos de administração da ERSE orientaram sempre a sua ação pelos valores da independência, transparência e excelência, suportados na qualidade e solidez do seu quadro técnico e num modelo de governação que resulta de um conjunto de políticas, práticas, regras e procedimentos de boa gestão”, lembrando um estudo de 2018, da OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, que colocou a ERSE entre os reguladores de energia mais independentes de 38 países.

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