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António Correia de Campos


  • A quarenta dias do 18 de janeiro

    O Natal cerca-nos, com iluminações, publicidades luxuosas, comidas finas para a classe média e alta, vinhos ao dobro do preço de há dois anos, os restos do bónus pensionário e dos aumentos já digeridos.


  • A ficção orçamental

    A avaliação das políticas públicas através da revisão da despesa pública é hoje um instrumento de eleição da moderna gestão pública


  • O Governo e o Chega, na Saúde 

    Uma lei de bases é um álibi, se não se quiser ou não se puder resolver os problemas onde eles surgem. A aprovação de tal lei só pode ser conseguida pelo Governo com o apoio do Chega


  • A crise nas administrações

    Nenhuma administração está em crise, o título do meu artigo é falso. O que está em crise é apenas o respeito pela cidadania. E não parece difícil superar a crise.


  • Recentrar o sistema político

    Os resultados revelaram imunidade eleitoral absoluta às fugas informativas que chegam à media especialmente interessada, sobre problemas de justiça que afetam grandes figuras.


  • Privatizar a saúde. Economia ou ideologia?

    Não há razões económicas para as privatizações pretendidas. Ancorá-las na ideologia, não é recomendável. Já sofremos bastante com o fanatismo do ‘além da ‘troika’


  • A maldição do Plano

    Desaparecendo os GEP, perdeu-se a informação, mesmo a estatística interna, levando o ministro da pasta a reconhecer não dispor de números fiáveis sobre movimentos dos docentes a seu cargo.