Cultura

Black Sunday das livrarias

É já no domingo, dia 30 de Novembro, que se assinala o Dia da Livraria e do Livreiro (e o aniversário da morte de Fernando Pessoa e de Fernando Assis Pacheco). Já em plena euforia de compras natalícias talvez não seja má ideia aproveitar o fim-de-semana para ir até a uma livraria perto de si e comprar os primeiros (ou últimos) presentes de Natal. Até porque, já se sabe, não há melhor presente do que um livro – e para quem não aproveitou a Black Friday esta é uma boa oportunidade para uma loucura consumista em modo Black Sunday versão livresca.

E se não há melhor presente que um livro também não há melhor pessoa para o aconselhar ou orientar na escolha do que o livreiro. Participe na festa, conversa com quem mais percebe do tema e leve um, dois ou muitos livros para casa. 

Se qualquer livraria é boa para se ir assinalar a data, há várias que aderiram à iniciativa, tendo criado uma programação especial para assinalar o dia: Livraria Culsete (Setúbal), Livraria Traga-Mundos (Vila-Real), Paperzone (Lisboa), Rosa D’Ouro (Bragança), Livraria e Papelaria Espaço (Algés), Livraria Poética (Macedo de Cavaleiros), Livraria A das Artes (Sines), Livraria Snob (Guimarães e Livraria Paralelo W (Lisboa) e Livraria Lello (Porto). 

De resto, deixamos aqui uma sugestão de dez livros, todos portugueses, no espírito 560, para o ajudar na escolha: 


Caminho Como Uma Casa em Chamas, de António Lobo Antunes (Dom Quixote)

Uma Menina Está Perdida no Seu Século à Procura do Pai, de Gonçalo M. Tavares (Porto Editora)

Os Memoráveis, de Lídia Jorge (Dom Quixote)

Que Importa a Fúria do Mar, de Ana Margarida de Carvalho (Teorema)

As Primeiras Coisas, de Bruno Vieira Amaral (Quetzal)

Galveias, de José Luís Peixoto (Quetzal)

O Meu Amante de Domingo, de Alexandra Lucas Coelho (Tinta-da-China)

Mustang Branco, de Filipa Martins (Quetzal)

O Meu Irmão, de Afonso Reis Cabral (Leya)

Meninas, de Maria Teresa Horta (Dom Quixote)