A Comissão Europeia divulga esta terça-feira o parecer sobre o plano orçamental português para 2026, incluindo recomendações macroeconómicas e a verificação da conformidade com as regras da União Europeia.
PCP lidera avanços da oposição; PSD e CDS-PP falham aumento das propinas mas conseguem luz verde para novas PPP no SNS
Deputados começam hoje a discutir e votar milhares de propostas de alteração ao OE2026, cujo processo termina com a votação final global a 27 de novembro.
Partido de Ventura só revelou sentido de voto pouco antes da votação.
PS vai abster-se, enquanto sentido de voto do Chega, maior partido da oposição, mantém-se uma incógnita.
A discussão está marcada para última semana de outubro.
Marcelo lembra que ‘realidades mais polémicas’ ficaram fora da proposta governamental.
Descida vai estar refletida nas tabelas de janeiro.
Medidas mais polémicas serão negociadas à parte, o que tira maior pressão à proposta de OE, que prevê um crescimento económico de 2,3% em 2026 e uma redução da dívida pública. Ministro das Finanças afasta risco de regresso ao défice.
O presidente da AEP afasta a ideia de definição de linhas vermelhas por considerar que “está muito conotada com estratégias políticas, que a AEP não comenta”, referindo que “as linhas vermelhas corresponderão a tudo o que condicione o desejável bom desenvolvimento da atividade económica”.
Miranda Sarmento disse que se Portugal quiser manter o excedente orçamental a margem para acolher medidas da oposição “é próxima de zero”, nomeadamente o aumento permanente das pensões. Acompanhe todas as mudanças aqui.
Entrega foi antecipada em um dia.