SOL
Fora de Ar...
VI Passeio Btt ADCR Mosteiro de Fráguas

VI Passeio Btt de Mosteiro de Fráguas


"Atenção bttistas e amantes deste grande desporto!!!!!!!

Há semelhança dos anos anteriores, a A.D.C.R. – Mosteiro de Fráguas, irá organizar no próximo dia 19 de Outubro de 2008, o seu VI Passeio BTT.


O evento é dirigido a todo os amantes do ciclismo, em especial do BTT, destina-se a todo o tipo de participantes, os competitivos, os que praticam só por lazer, os mais velhos, os mais novos, ou seja, a todos, procurando dar uma oportunidade de fomentar a prática desportiva na nossa região.O percurso desenrolar-se-á por caminhos florestais e agrícolas da região, atravessando alguns cursos de água, o que proporciona sempre paisagens espectaculares, terá “singletracks” para todos os gostos em zonas de beleza única. O percurso percorrerá e transporá algumas estradas abertas ao trânsito onde estarão elementos da organização para prestar o auxílio necessário, mas desde já se alerta a todos os participantes, para redobrarem a atenção a este facto, pois o nosso grande objectivo, é o divertimento e satisfação de todos evitando possíveis acidentes.
Como é apanágio desta organização, tanto o reforço alimentar como o almoço, serão certamente do agrado de todos, e só por si um bom motivo para participar.

O evento terá 2 percursos:
- Passeio +- 40Kms, dificuldade média
- Mini-Passeio +- 30 Kms dificuldade média/baixa


Inscrições e informações:

As inscrições poderão ser feitas, até ao dia 16 de Outubro de 2008:

» no nosso blogue: http://passeio-btt-adcrmf.blogspot.com/

» através do E-mail: adcrmf@iol.pt

» através dos nºs: 963260077 (Miguel) / 965173694 (Paulo) / 964673084 (Orlando)

» morada: Associação Desportiva Cultural e Recreativa de Mosteiro de Fráguas
Rua da Associação, nº 2
3460-303 Mosteiro de Fráguas

Valor de participação:
» 10 Euros (inclui seguro de acidentes pessoais, lembrança, reforço, banho e almoço)
» 8 Euros – senhoras (inclui seguro de acidentes pessoais, lembrança, reforço, banho e almoço)
» 5 Euros – acompanhantes (inclui almoço)

Programa:
» 8:00 – Concentração (Parque do Sr. dos Aflitos – Mosteiro de Fráguas – Tondela)
» 9:00 – Início do Passeio
» 13:00 - Almoço Esperamos contar com as v/ presenças."
Mosteiro de Fráguas no blogspot...

Mosteiro de Fráguas tem mais uma "casa"...

http://mosteirodefraguas.blogspot.com/

http://mosteirodefraguas.blogspot.com/

Rio Dinha...

Já tive a oportunidade de falar sobre o Rio Dinha…

É o rio que corre em Mosteiro de Fráguas… de beleza sem igual, onde as águas cristalinas de outrora deram tanto pão e sustento às gentes da sua terra…

     

      

Hoje, requer cuidados! Desde limpeza das margens, à reconstrução dos velhos moinhos até à manutenção da velha ponte, criada para passagem pedestre e pequenos veículos (se é que existiam quando ela foi feita), onde hoje passam veículos longos!!!

       

Resta efectuar uma pergunta:

Será que é só “dar água” a cinco concelhos?

Há que preservar e aproveitar as coisas boas… e chamar para nós os jovens, as pessoas que em tempos deixaram a terra e que a cada ano que regressam, querem encontrar não só as gentes acolhedoras, como também uma terra cada vez mais aprazível… onde até as ervas daninhas cresçam pelos caminhos, sem herbicidas...

 

                     

                   Esta pedra pertence ao rio Dinha!!

 

 

 

Tu que és de Mosteiro de Fráguas, ajuda-me a dar a conhecer ao mundo a nossa terra!!

Junta-te a mim!!...

Publicado 06 July 08 09:55 por MoSTeiRoFRaGuaS | 2 Comentário(s)   
Arquivado em , ,
Grupo BTT de Mosteiro de Fráguas

Grupo BTT

Eis que dou a conhecer, mais um sítio que fala sobre Mosteiro de Fráguas, ou das gentes que cá habitam...

  

GRUPO BTT - MOSTEIRO DE FRÁGUAS

 

http://btt-mosteiro-de-fraguas.blogspot.com/

Adeus minha aldeia, adeus minha mãe!

Adeus minha aldeia, adeus minha mãe!

Tinha eu dezassete anos quando entrei naquele comboio em Sabugosa com destino a Lisboa. Mal olhava para trás, a dor era forte no peito. Sabia que ao chegar à capital a dor seria maior ainda. Era chegada a hora, não podia mais desistir. O destino estava traçado. Começava a minha caminhada em busca da felicidade. 

Lá estava o navio que me levaria pelo Atlântico rumo ao Brasil. Levava comigo a forte esperança de um dia poder retornar. Dois anos seriam suficientes para trabalhar e juntar dinheiro para voltar à minha aldeia. Estava certa que ajudaria minha mãe a superar as dificuldades, pois não foi fácil para ela criar e educar seus seis filhos, desempenhando maravilhosamente o papel de mãe e pai.

Triste ilusão! As palavras de minha mãezinha estão até hoje em minha lembrança: “Para ti, filha, é adeus até a eternidade!”

Como era sábia a minha mãezinha. Ela tinha a certeza que a filha jovem e cheia de ilusões, jamais voltaria a cantar para ela os fados da Amália.

Era eu considerada, o rouxinol da aldeia. Vivia a cantar enquanto lavava as roupas nas pedras do rio Dinha.

Águas cristalinas, peixes grandes que se escondiam entre as pedras. Os arcos da ponte romana. Meu rio, minha aldeia.

Fecho os olhos e recordo-me que certo dia cantava uma canção que muito lembrava a minha mãe, enquanto lavava a roupa no rio:

A tia Ana vive só

Que até chego a ter dó

Como pode andar sozinha

Noite e dia sem parar

Sempre sempre a trabalhar

Com os sacos de farinha

Tem oitenta anos feitos

Já tem os olhos cansados

Mói farinha pra confeitos, casamentos, baptizados

Oh, tia Ana, o teu moinho

Lá de cima do outeiro

Vale mais o teu moinho

Do que vale o mundo inteiro

Oh, tia Ana, o teu moinho

É o melhor do lugar

Já está velho como tu

E como tu há de cansar.

Olhei para a ponte e notei que muitas pessoas da aldeia pararam para me ouvir cantar.

Minha aldeia, minha gente. Se eu pudesse faria o tempo voltar para trás.

Recordo-me os moinhos a moerem farinha de milho e centeio.

Oh, tia Ana, o teu moinho

É o melhor do lugar

Já está velho como tu

E como tu há de cansar!

Na lembrança ficou o cheiro de pão quentinho saindo do forno, que só a minha querida mãe sabia fazer.

Muitas vezes junto à lareira rezávamos o terço pedindo a Virgem Maria força e coragem para a nossa caminhada. Eu nem imaginava o que o destino a mim reservava. Eu iria para longe de tudo e de todos que tanto amava.

Anos tristes aqueles, reflexo da guerra mundial. Viviam os portugueses com muitas dificuldades.

Recordo-me com muitas saudades do meu irmão mais novo. Com um lençol e quatro paus montávamos uma barraca no quintal. Ao ver os aviões, corríamos para a barraca pensando que fossem aviões inimigos. Olhávamos para o céu assim que os aviões passavam e víamos as nuvens brancas que na inocência de criança eram anjinhos que estavam lá em cima tomando conta de nós.

Em meio a tanta dificuldade e tristeza, a fé estava presente.

O sino da igreja... Não posso esquecer. Suas badaladas pareciam dizer: “Mantenham a fé, continuem orando e acreditando que dias melhores virão”.

Toca sino da igreja... Chama o povo do Ribeiro.

Era linda a Páscoa na aldeia. Enfeitávamos os caminhos por onde passava a procissão com ramos de oliveira, camélias brancas e vermelhas.

A festa de São João era a mais linda da aldeia. Pulávamos fogueiras, cantávamos, dançávamos, muita música, muita alegria para os nossos corações.

Lembro-me da escola, dos professores e dos amigos.

Gente boa da minha aldeia. O dono da mercearia, aquele bondoso senhor, que tantas vezes me deixou levar as mercadorias mesmo não tendo um tostão para pagar na hora. Ele sabia que assim que fosse possível, minha mãezinha pagaria tudo que devíamos. As dificuldades eram muitas, mas não deixávamos de cumprir com nossas obrigações.

Tantas lembranças...

A água fresquinha da fonte que saciava a minha sede.

Eu também tinha sede de mudança.

Lembranças de um tempo triste, mas que deixou saudades.

“Para ti, filha, até a eternidade!”

Minha mãezinha estava certa, eu não consegui retornar em dois anos como desejava. Voltei vinte e seis anos depois. Muitos já não estavam mais lá. O moinho cansou e parou de trabalhar. Minha mãezinha cansou e não aguentou mais esperar.

Adeus, até a eternidade, mãe Ana!

Tua filha Ilda.

 

 

Este texto, é um relato de alguém que está do outro lado do oceano – Brasil, que à muito partiu, e ainda hoje, sente saudade de uma terra que teve que deixar, para melhor vida procurar…

Sem dúvida, que esta terra clama, por todos aqueles que algum dia a deixaram, procurando algo que aqui não encontraram…

Todos eles serão SEMPRE BEM-VINDOS!!!

 

Barragem do Paúl

Barragem Paúl

A Barragem do Paúl irá fornecer água a cinco municípios Carregal do Sal, Mortágua, Santa Comba Dão, Tábua e Tondela.

Barragem Paúl

 

 

Esta barragem, está situada em Mosteiro de Fráguas, estando em fase final de acabamento.

 

 

 Barragem Paúl 2

 

 

Construída em aterro, tem uma altura máxima de 27 metros e uma capacidade de 2,4 milhões de m³ de água. Foi construído o Açude da Levadinha, um açude de derivação, que irá permitir aumentar o caudal de água na barragem no período de Verão. A Estação de Tratamento de Água terá capacidade para tratar cerca de 900 m³ por hora e utilizará as técnicas mais modernas de tratamento. Quanto à capacidade do reservatório da Estação de Tratamento, esta será de 14.000 m³ tendo o sistema adutor cerca de 170 km de condutas com ligação aos reservatórios existentes e a construir. Estão previstos 27 novos Reservatórios e 4 Estações Elevatórias por forma, a elevar a água para os locais que não podem ser abastecidos por gravidade.

 

 

Barragem Paúl 3

in http://www.amr-planaltobeirao.pt

Visite Mosteiro de Fráguas, de certo que não se arrependerá...

Irá desfrutar, de paisagens com muita beleza...

Será sempre bem-vindo!

Visite-nos!

Bomba na Barragem do Paúl

Mosteiro de Fráguas

 

Tondela

Encontradas duas granadas junto a barragem
A GNR anunciou hoje estar a averiguar a origem de duas granadas encontradas domingo junto à Barragem do Paúl, em Mosteiro de Fráguas, no concelho de Tondela

O comandante do destacamento de Santa Comba Dão da GNR, tenente Fernando Colaço, disse à Agência Lusa não haver, para já, uma explicação sobre o motivo que levou alguém a colocar as duas granadas, uma de instrução e outra defensiva, junto da barragem.

 

«Estamos a fazer diligências para tentar apurar de onde poderão ter surgido. Ainda não temos qualquer tipo de suspeita», afirmou. Segundo Fernando Colaço, trata-se de «material de guerra que, se encontrado na casa de alguém, leva à sua detenção».

As duas granadas já estão inertes, depois de recolhidas «em segurança máxima» pela equipa de Inactivação e Engenhos Explosivos do Grupo Territorial de Viseu da GNR, acrescentou.

A Barragem do Paúl abastece de água os concelhos de Tondela, Santa Comba Dão, Carregal do Sal, Mortágua e Tábua.

Lusa/SOL

in http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=58411

 

Site da Câmara Municipal de Tondela

O que podemos ver no site da Câmara Municipal de Tondela, e na hiperligação a Mosteiro de Fráguas é:

Mosteiro na CMT

 http://www.cm-tondela.pt/portal/page?_pageid=342,1358836&_dad=portal&_schema=PORTAL

Até quando?...

Se quiser colocar comentário sem que esteja registado, comente aqui: http://sol.sapo.pt/photos/mosteirofraguas/picture324469.aspx

Cantos e recantos...

Cantos e recantos

de

Mosteiro de Fráguas

 

 

 

Calçada romana

 

 

Queda de água

Queda de água - Rio Dinha

 

 

Passadoiros

Passadoiros sobre o Rio Dinha

 

 

Deixo aqui um apelo e um desafio:

Quem tiver fotografias, novas ou antigas, ou informações sobre esta freguesia contacte-me (mosteirodefraguas@gmail.com) que publicarei… será uma grande ajuda…

 

 
Visitem-nos

Em Mosteiro de Fráguas, temos um dos melhores parques de merendas do distrito de Viseu, tendo este, espaços verdes com mesas,

 

 

 

 

 Parque de merendas

 

 

 

 

com sombra,

 

 

 

 

À sombra das árvores

 

 

um belíssimo parque infantil,

 

 

Parque infantil

 

 

espaços para a prática desportiva, nomeadamente, um campo futebol de terra e um campo de cimento, para a prática de futebol de sete, tendo este também, tabelas para a prática de basquetebol.

 

 

Nos espaços circundantes do parque, encontram-se duas capelas, a Capela de Sr. Dos Aflitos,

 

 

Capela Sr. dos Aflitos

 

 

e a Capela de São Macário.

 

 

Capela São Macário

 

 

Visitem-nos! Pois somos um povo hospitaleiro…

 

 

Poderá visitar o Álbum aqui: http://sol.sapo.pt/photos/mosteirofraguas/default.aspx

Resumo histórico de Mosteiro de Fráguas

Mosteiro de Fráguas

Resumo histórico

Mosteiro de Fráguas dista 8 km de Tondela, sede de concelho. Esta freguesia engloba os lugares de Mosteiro, Fráguas e Ribeiro. Os seus habitantes encontram na agricultura a base da sua economia, produzindo milho, batata, vinho e frutas, nestas terras banhadas pelo rio Dinha, afluente do Dão, a construção civil e o comércio suportam a economia a par com a agricultura. O padroeiro da freguesia é O Divino Salvador, celebrado anualmente nos inícios de Agosto.

Do passado da freguesia pouco se conhece mas, durante a remodelação da igreja de S. Salvador, foi descoberta uma árula que conserva ainda hoje, duas linhas de inscrição primitiva, que deve datar dos finais do Sec. I ou inícios do II, remontando a origem desta povoação pelo menos até à ocupação romana. A mais antiga documentação escrita relativa a Mosteiro de Fráguas data de 1111 e é uma carta ou escritura de venda, na qual D. Goda Eitaz vende ao Bispo de Coimbra, D. Gonçalo, a sua parte na “villa” de Fráguas com a de seu irmão Eita; de 1129 existe uma outra carta de venda de uma herdade em “Fravegas”, feita por Pedro Leovigildo  e demais familiares a D. Bernardo, Bispo de Coimbra, junto ao Mosteiro de S. Salvador, “abaixo do Monte Alcoba, território de Coimbra”. Nas inquirições de 1258 aparecem várias referências ao “monasterio quod vocur de Fravegas” e, nas de 1288 aparece também a “parochia Sancti Salvatoris de Fravegas”. Da análise das inquirições de 1258 deduz-se que a terra não era privilegiada e imune, apesar da existência do “mosteiro”; os homens do mosteiro pagavam voz e coima e quando convocados, deviam deslocar-se ao “concilium” a Molelos, sob pena de poderem comparecer a juízo. Mosteiro de Fráguas foi da apresentação do bispo, no antigo concelho de Besteiros. Nas Inquirições de D. Afonso III é referido que o padroado da Igreja de Fráguas era da representação dos paroquianos, mas que D. Pedro, Bispo de Viseu, se apoderara da Igreja pela força.

No Sec. XIV, à semelhança do que aconteceu noutras freguesias da região, começam a surgir os grandes donatários: D. Henrique Manuel de Vilhena, conde de Seia, Martin Vasques da Cunha, o Infante D. Henrique e D. Manuel, Duque de Bejae futuro d. Manuel I que, por sua vez doou a D. Diogo Pereira, segundo Conde da Feira.

O lugar de Ribeiro tira a sua designação do rio Dinha, que a estrada transpõe sobre uma ponte de forte pedraria, com dois grandes arcos e pilar talhamar.

A Igreja de Mosteiro de Fráguas é formada de uma só nave e possui um campanário, de feição arcaica, com recorte quadrangular onde se abrem duas sineiras debroadas a meia altura por cornija em volta; no seu interior existe um vasto conjunto de quadros, alguns do Sec. XVII e XVIII, como é o caso do “S. Pedro” e do “S. João Baptista”. Em Fráguas existe o solar dos Calheiros Bandeira, com fachadas de estilo rústico antigo; no seu terreiro, ergue-se o padrão senhorial, símbolo dos antigos privilégios.

Cópia do texto “Nota descritiva”do Processo de Ordenação Heráldica elaborado pela Junta de Freguesia à data de 02/02/2001.

Brasão, bandeira e estandarte

Mosteiro de Fráguas

Padroeiro - Divino Salvador

Área - 10,5 Km2

Habitantes – 621 Hab. (censos 2001)

 

Ordenação heráldica do brasão e bandeira
Publicada no Diário da República III Série de 23/01/2001

Armas

  

  Escudo de verde, campanário de dois arcos de prata, lavrado e aberto de negro, com sinos de ouro (representa a religiosidade e monumentalidade da freguesia , assim como o topónimo. Mosteiro), entre duas espigas de milho de ouro realçadas de negro (representam a agricultura, actividade económica de maior destaque); em contra-chefe, ponte de dois arcos de prata (representa a ponte romana da freguesia, memória da antiguidade do seu povoamento), lavrada de negro, movente dos flancos e saínte de um pé ondado de prata e azul de três peças (representa o rio Dinha que banha a freguesia, tornando os seus solos mais férteis para a prática da agricultura). Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro: “ MOSTEIRO DE FRÁGUAS “.

brasão 

                                                                   Bandeira

De amarelo, cordões e borlas de ouro e verde. Haste e lança de ouro.

 

Bandeira para hastear em edifícios (2x3)

 Estandarte para cerimónias e cortejos (1x1)

Dados constantes do processo de Ordenação Heráldica

Olá

Olá a todos...

Começarei hoje uma etapa, dar-vos a conhecer um pouco da aldeia onde moro – Mosteiro de Fráguas.

Espero conseguir corresponder às vossas expectativas.

Para já, digo-vos um olá!

Aceito sugestões e material para publicação.

Obrigado

Publicado 08 May 07 09:49 por MoSTeiRoFRaGuaS | 12 Comentário(s)   
Arquivado em

Pesquisar

ok

Este Blog

Tags

Arquivo

Syndication