SOL

A homossexualidade está na moda?

Publicação: 06 November 09 12:00 AM

      

O casamento entre homossexuais tornou-se um dos ex libris do PS. Melhor: um dos ex libris do PS de Sócrates – visto que o PS de Guterres era muito mais cauteloso em matéria de costumes. Não fosse Guterres católico praticante.

Julgo que, para esta abertura de Sócrates aos novos ventos, muito contribuiu a sua relação com Fernanda Câncio – que curiosamente chegou a ser minha jornalista no Expresso. Era na altura uma jovem vistosa mas profissionalmente discreta, que escrevia (e assinava) a duas mãos com uma colega, pelo que nunca se revelou.

Saiu dali para trabalhar na Elle, na época em que esta era dirigida por Margarida Marante. E foi Marante quem um dia me disse: «Tenho cá uma excelente jornalista que veio aí do Expresso». Fiquei à espera do nome. E confesso que me surpreendi quando ela disse: «A Fernanda Câncio».

Segundo julgo, foi também Margarida Marante quem apresentou Câncio a Sócrates. Este era um dos colaboradores residentes de um programa de Marante na SIC chamado Sete à Sexta, e Fernanda Câncio fazia parte da equipa do programa – o que propiciou a aproximação. Esta época revelar-se-ia, aliás, decisiva para o actual primeiro-ministro, não só porque conheceu a futura namorada mas também porque foi aí que iniciou a sua ascensão rumo ao poder.

Como?

Na sequência dessa colaboração na SIC, Sócrates foi convidado por Emídio Rangel (que entretanto se mudara para a RTP) para um programa semanal de debate, em que tinha como adversário Santana Lopes. Os debates correram bem a Sócrates, que desse modo foi catapultado para a ‘primeira divisão’ da política portuguesa.

‘P OR trás de um grande homem está sempre uma grande mulher’, diz o ditado. No caso de José Sócrates, está uma mulher que o tem influenciado no sentido do apoio a rupturas sociais.

O problema não teria importância se Sócrates não fosse primeiro-ministro e não quisesse transformar essas ‘causas’ em ‘assuntos de Estado’. A verdade é que, se pudesse, Sócrates já teria feito aprovar o casamento entre homossexuais, a adopção por casais homossexuais, a eutanásia, etc.

Sou em geral contra estas rupturas – e logo à partida contra o casamento entre homossexuais. Uma sociedade organizada vive de referências. E uma das principais referências é a família, da qual o casamento é o acto fundador.

Ora uma relação entre homossexuais é uma coisa diferente. Não é o acto fundador de uma família. Tem um carácter mais efémero, até porque não pode haver descendentes: dois homens ou duas mulheres que decidam viver juntos renunciam a ter filhos comuns.

Mexer nestas coisas é baralhar referências – e representa abrir uma caixa de Pandora.

Quando se debate homossexualidade convém separar duas coisas: a ‘propensão genética’ e o ‘fenómeno de moda’ ou de imitação.

Não há dúvida de que existem pessoas com inclinações homossexuais naturais. Contava-me uma empregada minha que numa casa onde em tempos trabalhou havia um menino que só gostava de brincar com bonecas, tachos e panelas. A minha empregada começou a achar aquilo estranho. E a verdade é que, na saída da adolescência, o menino revelou a sua inclinação homossexual. Este caso deverá ser extremo, mas não há dúvida de que em certas pessoas a inversão sexual se manifesta muito cedo.

Inversão que, aliás, também se verifica no reino animal. Diz-se que nas relações entre animais há cerca de 10% de práticas homossexuais.

Discutir a homossexualidade não é fácil, por pressão do ‘politicamente correcto’. Instituiu-se uma espécie de ditadura que impede um debate aberto e descomplexado sobre o assunto. As pessoas têm medo de o abordar publicamente, receando represálias. Veja-se o que sucedeu a Manuela Ferreira Leite quando disse espontaneamente que «o casamento é para ter filhos»: foi ridicularizada na praça pública, como se fosse do tempo das cavernas. E a partir daí a líder do PSD passou a falar do tema a medo e com pinças.

Mas por que não haveremos de falar abertamente da homossexualidade e das questões que coloca?

Como eu dizia, há uma homossexualidade decorrente de ‘propensão genética’ e outra induzida por fenómenos de moda e de imitação. Em Paris visitei recentemente uma zona – o Marais – frequentada à noite por multidões de homossexuais, e confesso que fiquei muito impressionado com o que vi: milhares de jovens, alguns no início da adolescência, exibiam ostensivamente a sua atracção (real, forçada?) por pessoas do seu sexo.

Em certos meios, ser homossexual pode ser hoje sinal de modernidade, de desinibição, de desafio às convenções. No mundo da moda, por exemplo, a homossexualidade é hoje a regra.

E aqui é que importa parar para reflectir.

Estas modas que enfrentam regras e convenções, e que alastram em certos ambientes generalizando comportamentos minoritários ou marginais, não serão um sinal preocupante?

Olhando para a História, não é verdade que os fenómenos deste tipo ficaram a assinalar períodos de declínio?

E depois há o problema dos filhos.

Dir-se-á que um casal homossexual poderá sempre ter filhos adoptivos. Mas, com a vulgarização do aborto, a cedência de crianças para adopção tenderá a diminuir. E depois, não é a mesma coisa. Não é a mesma coisa ter um filho natural ou adoptado. Nem para os pais adoptivos nem para as crianças – que, para começar, não terão um pai e uma mãe mas dois pais ou duas mães.

E que dizer de casos como o de uma apresentadora de TV chamada Solange F, que só teve relações sexuais com um homem para engravidar, sonegando deliberadamente ao filho o direito básico a ter pai?

Sempre condenei a homofobia. Sempre defendi a tolerância. Trabalho com homossexuais e tenho amigos que assumidamente o são. Mas fazer da homossexualidade uma ‘moda’ é uma parvoíce. E exibi-la publicamente – falando do ‘orgulho gay’ – é ridículo.

Como dizem os homossexuais, é preciso ter sempre presente que não somos todos iguais. Que há diferenças entre as pessoas. Os ‘casais’ homossexuais são diferentes dos heterossexuais – e para situações diferentes deve haver legislação diferente.

Para rematar, uma clarificação: fala-_-se hoje muito em ‘opção sexual’. Ora fará isto algum sentido? Será que uma pessoa chega a certa idade e interroga-se: ‘Qual irá ser a minha opção sexual? Optarei por ser heterossexual? Ou vou optar antes por ser gay?’.

As inclinações homossexuais não são uma ‘opção’.

Ou resultam de uma inclinação genética ou de fenómenos de moda ou de imitação. Mas aqui também não há propriamente ‘opção’: há seguidismo, há o ir na onda, há cedência ao ar do tempo.

Estes homossexuais sem propensão genética serão potencialmente os mais infelizes – porque não se sentirão bem na sua pele. E passarão ao lado da possibilidade de terem uma família, mulher e filhos. Em troca de quê?

por JAS

Comentários

# surpreso said on November 6, 2009 3:44 PM:

Não.Há apenas quinhentos p.neleirso que querem juntar-se de papel passado e grinaldas.Há quem diga que a Cancio é só para disfarçar..

# MartaRamalho said on November 6, 2009 8:06 PM:

este texto é uma completa vergonha. triste, na verdade. perco a conta da quantidade de razões pelas quais o é, mas posso enumerar algumas: que sentido tem para a comunidade ou sequer para si afirmar tao peremptoriamente que o primeiro ministro foi influenciado por fernanda cancio? Tem noção do quao ridiculo isso é? é que, na verdade, demonstra que não percebe absolutamente nada da forma como o governo funciona. sabe que a lei do casamento entre pessoas do mesmo sexo foi a votos dentro do partido, nao sabe? e também saberá, com certeza, que mesmo que o primeiro ministro tivesse sido influenciado (o que é irrelevante porque é uma hipótese descabida) quem tem a última palavra é, primeiramente, a AR e, depois, o presidente da república, não sabe? Aceito -quase- todas as opiniões, só acho uma pena o seu texto mostrar uma inequívoca intolerância e ataque pessoal. Tenha pena.

# tokarev said on November 7, 2009 2:10 PM:

Interessantíssimo olhar sobre os meandros da nomenclatura portuguesa.

# MPortugal said on November 8, 2009 5:13 PM:

Este sr. arq. é uma personalidade conservadora, o que não está mal. também me considero assim. Agora, quanto a este escrito, subscrevo a opinião de MartaRamalho. Uma vergonhs, sr. arq.

# minudencias said on November 9, 2009 12:03 PM:

A palavra moda parece-me algo leviana para um aspecto tão central da vida das pessoas. Com quem se namora, com quem se casa, é assunto de grave importância. Que uma pessoa "decida" (por se sentir, em natureza e por respeito a si mesma, obrigada a tal, ou por outros motivos) relacionar-se amorosamente com pessoas do mesmo género sexual acarreta consequências graves. Ir contra o socialmente estabelecido não é nada, mas nada, fácil. Que alguém o faça só por moda, pobre fashion victim. Não excluo que aconteça, mas acho estranho. Acredito mais que pessoas que estejam entre a homossexualidade e a heterossexualidade (o mundo não é a preto e branco) venham a afirmar uma ou outra com mais veemência. Muitos afirmam-se pela homofobia, outros afirmar-se-ão por um orgulho exacerbado e com exibicionismo. Entre os dois, prefiro os segundos, que não fazem mal a ninguém.

Falamos em pressões sociais. Quantos homossexuais se casaram - e casam - com pessoas do sexo oposto, para poder cumprir os desejos da sociedade? É isso que queremos? Devíamos ter uma sociedade onde as pessoas se pudessem sentir bem na sua própria pele. Onde esta questão do ser gay ou hetero fosse irrelevante - cada um é o que é e está bem assim, que seja feliz. Só assim se poderá acabar com modas, quer num sentido quer noutro.

Como JAS reconhece, parece haver pessoas que nasceram e viverão gays (se não for 10%, será uma percentagem nada desprezável). E para esses, que propostas temos, enquanto sociedade? Que vivam sossegados, tímidos, pedindo desculpa de existir? Que não se mostrem demasiado para não nos ofender os olhos? Que se reconheçam como geneticamente/biologicamente/socialmente inferiores? Que assumam que os seus relacionamentos amorosos/sexuais são inferiores aos dos heterossexuais?

Não há aspecto muito mais central na vida de uma pessoa que os seus relacionamentos; apoucar os mesmos é apoucar a própria pessoa (basta pensar em como JAS reagiria se eu começasse a dizer que o seu casamento é coisa que vale pouco, sem significado). Se a questão é os casais gays não poderem ter filhos, estão em igualdade de circunstâncias com heteros que não possam ou não queiram ter filhos.

Meu caro JAS, respeito-o mas gostava de o ouvir falar (ou antes, de o ler) de uma forma mais humana. Lembrando-se de que os gays são seres humanos como os demais e que neste momento os preconceitos sociais os atiram para o gueto dos rejeitados. Sim, nalgumas franjas da sociedade já não é assim, nalguns programas de televisão já se explora comercialmente a homossexualidade como a heterossexualidade, mas que continua a haver miúdos rejeitados pelos pais por serem gays, miúdos espancados por colegas, miúdos (e não poucos...) que se suicidam por serem gozados... E o que incomoda é que alguns desses miúdos se consigam defender sendo mais exuberantes, mais "in-your-face", mais "tenho orgulho em ser quem/como sou"?

Que respostas oferece a sociedade aos homossexuais? Que papel espera deles, que importância lhes dá? Queremos que sejam cidadãos de segunda, há razões para isso? Por mim, a resposta é clara: temos de ser todos iguais perante a lei.

PS: Falar de caixa de Pandora é usar a tática do medo. Ou bem que uma medida é socialmente justa ou bem que não é. Também o divórcio era uma caixa de Pandora, a libertação dos escravos também, o poder de voto das mulheres idem. Fazer o que é bom e justo pode trazer consequências, sim. Quando estas vierem, teremos de tratar/escolher que sejam também elas boas e justas.

# Feed said on November 9, 2009 12:55 PM:

O Sr.Director continua a querer entrar pela casa do 1º Ministro adentro.

A 2ª parte do artigo é uma opinião, que respeito.

A 1ª parte é o Sr.Director a falar do que não sabe, e a falar sobre a casa da vizinha, sem saber o que lá vai dentro.

Lamentável Sr.Director

# nunogil said on November 9, 2009 2:11 PM:

Matrimónio natural, património mundial

"O casamento é, na actualidade, objecto de discussão nos fóruns políticos, onde se reclama, em nome da liberdade, o direito ao que alguns entendem como novas formas de matrimónio. Para os que defendem tal equiparação, o casamento monogâmico, ordenado à procriação e educação dos filhos, seria apenas um modelo de matrimónio, sendo de admitir outros, nomeadamente o que institucionalizaria a união afectiva entre duas pessoas do mesmo sexo, mesmo que, por este motivo, ficasse excluída a priori a eventualidade da geração.

"É razoável que o matrimónio conheça, no ordenamento jurídico positivo, outros contornos que não os da família tradicional, mas importa não esquecer que, em termos conceptuais, o casamento é, de per si, uma instituição que obedece necessariamente a certos requisitos essenciais. O matrimónio tradicional corresponde a um modelo histórico de casamento e, como tal, é discutível, mas há certamente alguma coisa que caracteriza a união esponsal e a distingue de todas as outras uniões. É essa essência da união matrimonial que se pode designar, com propriedade, o casamento natural. É portanto necessário identificar o que é essencial no casamento, por ser natural, e o que no seu regime jurídico é acidental, por ser meramente histórico ou circunstancial.

"Mesmo os sistemas legais mais modernos não outorgam o estatuto de união matrimonial às relações existentes entre parentes próximos – como seria o caso de irmãos, pais e filhos, avós e netos, etc. – não porque ignorem que entre essas pessoas possa existir um autêntico amor, mas porque entendem que esse sentimento não é susceptível de constituir um verdadeiro casamento. É também pacífico admitir que uma união poligâmica ou poliândrica é inaceitável, não por razões de ordem ideológica ou confessional, mas porque uma tal associação é contrária à essência do matrimónio natural. Uma razão análoga é a que obriga à disparidade de sexos entre os nubentes, não por uma questão religiosa ou cultural, mas por uma exigência natural que decorre, com necessidade, da própria essência do pacto nupcial e que, por isso, não é reformável. Com efeito, o matrimónio natural é a união de um só homem com uma só mulher, em igualdade de dignidade e diversidade de funções.

"A diferenciação sexual exige-se em função da complementaridade que é essencial ao casamento, mas também da sua fecundidade, porque o matrimónio não é dissociável da finalidade procriativa, apenas realizável quando a união se estabelece entre pessoas de diferente sexo. O casamento, mais do que amor ou união, é o pacto em virtude do qual a mulher se capacita para ser mãe, isto é «mater», a palavra latina que, muito significativamente, é a raiz etimológica do termo «matrimónio».

"Os gregos e os romanos, que conheciam e toleravam as uniões de facto entre pessoas do mesmo sexo, nunca tiveram a veleidade de lhes reconhecer o estatuto jurídico do casamento: seria absurdo considerar matrimonial a união homossexual, na medida em que esta, por se estabelecer entre pessoas do mesmo sexo, não é apta para a geração. Portanto, a aptidão da união matrimonial para a prole não decorre de uma histórica intromissão religiosa ou cultural, mas da mesma essência natural do matrimónio. Seria aberrante, não só juridicamente mas também em termos lógicos, considerar que dois homens possam constituir um matrimónio. Aliás, também na linguagem popular, um casal não são dois machos ou duas fêmeas, mas um de cada, precisamente porque só essa união é prolífica.

"Admitir um direito subjectivo universal ao matrimónio é um contra-senso: se é verdade que todos os cidadãos têm, em princípio, direito a optar pelo estado matrimonial, é evidente que o exercício dessa sua faculdade só é pertinente quando observam os requisitos essenciais do matrimónio. Qualquer pessoa é livre de comprar ou de doar, mas não pode pretender comprar sem se obrigar à entrega do preço do bem adquirido, nem querer doar a troco de uma compensação pecuniária, porque qualquer uma destas exigências contraria a essência do respectivo contrato, na medida em que a compra pressupõe sempre uma contra-prestação e a doação é, por definição, gratuita.

"Discuta-se, se se quiser, o que há de histórico e cultural e até religioso na configuração jurídica da instituição civil do matrimónio, mas não se esqueça o que neste instituto é essencial, por ser natural. Admita-se, no limite, a institucionalização de uma sui generis união de pessoas do mesmo sexo, mas não à custa da perversão da instituição matrimonial.

"O casamento cristão é, talvez, uma modalidade discutível, nomeadamente numa sociedade que já não se pauta pelos princípios evangélicos e, pelo contrário, faz questão em se afirmar laica e multicultural. O casamento tradicional é certamente um modelo respeitável, mas é legítimo que uma sociedade pós-moderna não se reveja em figurinos de outras eras. Mas o casamento natural não é mais um tipo de união matrimonial, mas a essência de todo e qualquer casamento e, por isso, um bem universal que, como a natureza ambiental, faz parte do património da humanidade."

Gonçalo Portocarrero de Almada, in PÚBLICO, 13.10.2009

# AntonioLondres009 said on November 9, 2009 6:16 PM:

Em termos jornalísticos pode ser interessante noticiar ou tentar adivinhar quem influenciou um Primeiro Ministro ou um Governo a avançar com uma proposta de lei ou a tomar uma medida. Aliás, o processo de tomada de decisão e os respectivos condicionalismos tem sempre algo de atractivo. Portanto, é legtimo para o autor do artigo especular sobre o assunto. Quanto à substância, o Arq. José António Saraiva tem basicamente razão. Hoje, a sociedade dá espaço amplo para todas as pessoas se relacionarem com quem pretenderem e viverem com quem querem. O casamento é uma tradição, boa ou má, é discutível, como tudo. Todavia, a sua existência é uma estrutura básica na organização da nossa sociedade. Há muitos séculos. Nos nossos dias, nas sociedades ocidentais, ninguém é obrigado a casar-se. Casamento e família estão intrinsecamente ligados. confundir casamento com uma mera opção sexual é redutor, além de vulgarizar responsabilidades. O direito à igualdade para todos, hoje em dia, não se discute, porém, o direito à diferença constitui igualmente algo de muito importante. O reconhecimento de homossexuais se poderem casar como qualquer casal heterosexual é confundir tradições e valores. E nem os homossexuias ficarão mais protegidos, nem a sociedade no seu todo será mais feliz. Apenas aumenta a confusão...a institucionalização de um crescente  "relativismo" sobre todo e qualquer costume tradicional nada beneficia as pessoas, a começar pelas crianças e adolescentes. No caso vertente, uma minoria pretende impor-se à grande maioria, porque está na moda a relativização e, portanto, ser-se permissível é "bom-tom".      

# surpreso said on November 10, 2009 2:45 PM:

Deixem-.se de conversas hipócritas.A resposta é a PACS francesa.Os gay nunca deixarão de ter complexos .O casamento seria um reconhecimento social.Nojento não é ser gay ,mas essa palhaçada

# monta said on November 11, 2009 4:38 PM:

Penso que não deve um conservador como voçe é, peço desculpa pela frontalidade mas toda a gente sabe que o senhor é de direita!

Penso que este post é desprositado, pelo ridiculo em que entra, como sempre, quando toca em assuntos que são considerados de esquerda, e penso que esse é o grande problema! Enquanto vivermo numa sociedade que se manifesta por posições politicas não vamos lá, porque existem homens e mulheres de direita muito homoxessuais!

# AnaKat70 said on November 18, 2009 2:16 PM:

Regressei para ver como estava e andava toda esta paneleiragem

Tudo na mesma

Não é como aque que foi metido na choldra e chorava no ombro do amigo (amigo por enquanto pois dentro em breve será, marido)

--Olha querido quando entrei para aqui o meu c. tinha o diâmetro de 1 cêntimo!!!

Agora tem o diâmetro de 1 euro!

-- Ó filho, tá bem... mas não vamis discutir por causa de 99 cêntimos, tá?

# AnaKat70 said on January 13, 2010 7:52 PM:

E viva a paneleiragem da nossa terra!

Viva!!!!

Os tratados  de anatomia estão a redefinir conceitos

Anus = Orificio circular constituído por um musculo chamado esfincter por onde saem as fezes e os gazes e por onde passa a entrar o pau, no caso dos panas_kas

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