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Abriu a janela do quarto logo ao raiar da manhã, e, deparou-se com um dia cinzento: olhou uma nuvem que estava a ponto de rebentar; de imediato correu para a rua para poder usufruir do momento que não tardou em chegar. Abriu os braços, olhou o céu que estava negro, porém, de uma beleza estrema. Os primeiros pingos de chuva perfilavam-se no seu rosto quais soldados na parada prestes a desfilar. Sentiu-os, não como uma ameaça, mas sim como um afago que lhe proporcionou um bem-estar para o resto do dia.

Laranjeira
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Olhar esgazeado Saltava na praia Perfume a maresia Chuva de cambraia, Salpicos no rosto Gestos de arlequim Desbravou o céu Remendou o corpo Que estava tão roto Sorriso tristonho Coração veleiro Saudades a bordo. Laranjeira
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epois de a saudar naquela manhã, as primeiras palavras que falou foram estas: vou colocar um livro na estante. Ela de imediato lhe respondeu. Tem cuidado com o lugar invisível onde o vais colocar. Resposta: não te preocupes, sou incorrigível e teimoso. Sabes, falou ela em tom meigo, não é por mim, que sei onde ele se encontra, mas por alguém que o queira ler e ande ás voltas até o encontrar. _Ele falou, ouve-me: duvido que alguém o queira ler quando ler o título, ninguém conhece a essência daquele livro como tu. Passado um pouco, voltou para lhe dizer – mudei de ideias; vou mudar o sítio do livro: vou coloca-lo noutra prateleira. Ela que esteve toda a noite a pensar aonde é que ele iria colocar o livro; e, até se questionou se o livro teria algum interesse, lhe respondeu: vou aguardar que alguém tenha curiosidade em ler esse livro. Passado uns tempos, alguém com uma vontade enorme de saciar a fome pela leitura, chegou àquele espaço onde se encontrava a estante, pegou no livro, folheou-o, e, decerto que o leu na diagonal pelo comentário que lançou ao vento. Eles dois que se encontravam por perto sorriram um para o outro, e, trocaram estas palavras: não há dúvida que, a pessoa que esteve a ler o livro, não percebeu mesmo nada do seu conteúdo. Laranjeira 
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Música: Fadista Carminho actua no Brasil Lisboa, 16 Jul (Lusa) - A fadista Carminho, Prémio Amália Revelação 2006, actua sábado, no Centro de Convenções de Natal (Brasil), naquela que é a sua segunda actuação no estrangeiro desde a edição do seu álbum de estreia em Junho. A fadista actua a convite da Câmara de Lisboa, no âmbito de uma semana de promoção da capital portuguesa no Rio Grande do Norte, e será acompanhada por Luís Guerreiro (guitarra portuguesa), André Ramos (viola de fado), e Yami (baixo). A estreia internacional da fadista deu-se a 10 de Junho no Centro Cultural Português, em Banguecoque. A fadista actua a convite da Câmara de Lisboa, no âmbito de uma semana de promoção da capital portuguesa no Rio Grande do Norte, e será acompanhada por Luís Guerreiro (guitarra portuguesa), André Ramos (viola de fado), e Yami (baixo). A estreia internacional da fadista deu-se a 10 de Junho no Centro Cultural Português, em Banguecoque. Carminho cresceu no meio do fado: filha da fadista Teresa Siqueira, ... Ao todo 14 fados compõem este disco, em que Carminho assina duas das letras. Fica também o vídeo com sua mãe. Teresa Siqueira
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Adoro pombinhas brancas Transmitem-me imensa paz Trazem recados de amor Alguns de ansiedade Outros ainda de dor. Trazem a esperança nas asas Ao esvoaçarem sob os céus Encantos e incertezas Até nos trazem surpresas Olhares mudos Teus e meus. Laranjeira .gif)
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Se há desejos tresloucados? Não sei! Há momentos encantados? Isso sei! Um peito e dois corações? Também! Sentem as mesmas emoções Mesmo sem estarem ligados. Laranjeira
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Os céus são grandes e maravilhosos, Porém maiores e mais maravilhosos São os céus dentro de ti. “Sri Aurobindo” "Voltaire disse que o céu nos tinha dado duas coisas para equilibrar as numerosas desgraças da vida: a esperança e o sonho. Podia ter acrescentado o Riso. " "Uma vez que você tenha experimentado voar, você andará pela terra com seus olhos voltados para céu, pois lá você esteve e para lá você desejará voltar. " "Acho impossível que um indivíduo contemplando o céu possa dizer que não existe um Criador. "
"Uma pequena fé levará tua alma ao céu; uma grande fé trará o céu para sua alma." "Um simples pensamento de gratidão elevado ao céu é a mais perfeita oração. "
- Todos vivemos sob o mesmo céu, mas ninguém tem o mesmo horizonte! "

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Foi com imensa tristeza que vi o meu gatinho de olhos azuis dar os últimos suspiros. Já há um dia que não queria comer apenas bebia água. Hoje levei-o á veterinária que lhe deu uma injecção de cortisona e o pôs a soro; ao espetarem-lhe a agulha na patinha deu um choro, parecia um bebé. Trouxe-o com a garrafinha para casa. Dei-lhe água com açúcar por indicação da médica, a qual me disse na consulta que ia ser difícil resistir já que, aparentava sinais de envenenamento. Os olhinhos que eram azuis já estavam verdes, provavelmente o fígado já se estaria a desfazer e os pulmões. Caso resistisse até amanhã, que o teria de levar novamente ás onze horas para ser visto e tomar outro medicamento. Já não é necessário infelizmente já que, depois de lhe ter sido administrada a medicação só resistiu cinco horas. Estava dentro duma caixa com uma fraldinha apropriada, embrulhado numa mantinha com a divisão aquecida e ainda uma botija de água quente junto ao corpo na medida em que já estava a entrar em hipotermia, a temperatura normal é de 38 graus, e,ele só estava com trinta e cinco quando foi consultado. As cincos horas que se manteve vivo, tive sempre o cuidado de verificar o soro se a gotinha pingava. A uma dada altura, saiu da caixa dava a impressão que queria andar, pensei... já está a ficar espertinho, mas enganei-me redondamente, soltou uns gritos, parecia uma pessoa aflita, e, caiu. Foi tremendo ver aquela aflição. Adeus meu querido gatinho. Sabemos que tudo o que nasce morre: é muito triste ver partir os que amamos, mesmo sendo animais. [:'(]
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Até aonde vai a superstição das pessoas? Dizem que sexta-feira 13 é dia de azar. Que treze, é número de azar. E, aquelas pessoas que o têm como um dia abençoado? O dia da aparição de Nossa Senhora em Fátima? Laranjeira O texto que se segue foi retirado da Internet. A Sexta-feira no dia 13 de qualquer mês, é considerada popularmente como um dia de azar. O número 13 é considerado de má sorte. Na numerologia o número 12 é considerado de algo completo, como por exemplo: 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou 12 signos do zodíaco. Já o 13 é considerado um número irregular, sinal de infortúnio. A sexta-feira foi o dia em que Jesus foi crucificado e também é considerado um dia de azar. Somando o dia da semana de azar (sexta) com o número de azar (13) tem-se o mais azarado dos dias. Esta superstição pode ter tido origem no dia 13 de Outubro de 1307, sexta-feira, quando a Ordem dos Templários foi declarada ilegal pelo rei Filipe IV de França; os seus membros foram presos simultaneamente em todo o país e alguns torturados e, mais tarde, executados por heresia. Outra possibilidade para esta crença está no fato de que Jesus Cristo provavelmente foi morto numa sexta-feira 13, uma vez que a Páscoa judaica é celebrada no dia 14 do mês de Nissan, no calendário hebraico. Recorde-se ainda que na Santa Ceia sentaram-se à mesa treze pessoas, sendo que duas delas, Jesus e Judas Iscariotes, morreram em seguida, por mortes trágicas, Jesus por crucificação e Judas provavelmente por suicídio. Além da justificativa cristã, antes disso existem duas outras versões que provêm da mitologia nórdica que explicam a superstição. Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça. Há também quem acredite que convidar 13 pessoas para um jantar é uma desgraça, simplesmente porque os conjuntos de mesa são constituidos, regra geral, por 12 copos, 12 talheres e 12 pratos. Segundo outra versão, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem a frigadag, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio, os 13 ficavam rogando pragas aos humanos. Da Escandinava a superstição espalhou-se pela Europa.[1] 
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E, foi naquela tarde calma e amena que saiu levando na bagagem as saudades em turbilhão que teimavam em confundir-lhe as ideias. De nada valeu tentar abstrair-se: elas sempre fiéis nunca a abandonaram: nem mesmo as crianças que brincavam no parque lhe destronaram o pensamento. Vagueou o olhar pela ramaria das árvores frondosas que ladeavam a avenida, eram plátanos enormes, alguns talvez já centenários com histórias digitadas na casca , algumas até gravadas na própria: dizeres de quem estava a sofrer de amor, corações com a seta do cupido...datas que só o próprio autor das mesmas saberá o que simbolizam. O vento que sacudia de mansinho os ramos, de quando em vez vinha acariciar-lhe o rosto e agitar-lhe os cabelos...sacudiu a cabeça, para lançar as ideias para longe; somente a cabeleira farta se movimentou... as saudades, essas, continuavam ali, vorazes, firmes, sempre fiéis... Laranjeira 
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DE CAVALEIRO ROMANO A APÓSTOLO DA GÁLIANão podemos dizer que a vida de São Martinho «se perde na noite dos tempos», porque este santo, nascido em território do império romano - Sabaria na antiga Panónia, hoje Hungria, entre 315 e 317, foi o primeiro santo do Ocidente a ter a sua biografia escrita por um contemporâneo seu - o escritor Suplício Severo. Martinho era filho de um soldado do exército romano e, como mandava a tradição, filho de militar segue a vida militar, como filho de mercador é mercador e filho de pescador devia ser pescador. Martinho estudou em Pavia, para onde a família foi viver, e entrou para o exército com 15 anos, tendo chegado a cavaleiro da guarda imperial. Tinha a religião dos seus antepassados, deuses que faziam parte da mitologia dos romanos, deuses venerados no Império Romano, que, como é óbvio, variavam um pouco de região para região, dada a imensidão do Império. As Gálias teriam os seus deuses próprios, como os tinham a Germânia ou a Hispânia. O jovem Martinho não estava insensível á religião pregada, três séculos antes, por um homem bom de Nazaré. Um dia aconteceu um facto que o marcou para toda a vida. Numa noite fria e chuvosa de Inverno, às portas de Amiens (França), Martinho, ia a cavalo, provavelmente, no ano de 338, quando viu um pobre com ar miserável e quase nu, que lhe pediu esmola e Martinho, que não levava consigo qualquer moeda, num gesto de solidariedade, cortou ao meio a sua capa (clâmide) que entregou ao mendigo para se agasalhar. Os seus companheiros de armas riram-se dele, porque ficara com a capa rasgada. Segundo a lenda, de imediato, a chuva parou e os raios de sol irromperam por entre as nuvens. Sinal do céu. Seria milagre? (Texto da Internete) 
Tenham um bom dia de São Martinho com castanhas, vinho, ou água-pé. 
Laranjeira  Deixo estes provérbios. No dia de São Martinho, mata o porco e prova o teu vinho. Pelo São Martinho, abatoca o pipinho. Pelo São Martinho, lume, castanhas e vinho. Pelo S. Martinho, mata o porco, chega-te ao lume, assa castanhas e bebe o teu vinho. Pelo São Martinho, mata o porquinho, prova o teu vinho e não te esqueças do teu vizinho
Reparei agora que este meu post completou um número muito engraçado, 3 vezes o nº 3 Portanto, o 333, digam lá se não é engraçado? Rrsss Digam 33, rrss neste caso 333 eheh
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A coisa mais importante na nossa vida é o amor. Sem ele, o nosso rendimento profissional, e, pessoal, não seria bem sucedido na medida em que, se estamos tristes na vida amorosa, não trabalhamos com tanto entusiasmo. Ao estarmos alegres sentimo-nos satisfeitos, trabalhamos com incentivo, e, conseguimos produzir mais. Ao sentirmo-nos amados, tudo flui em nosso redor, somos pessoas mais serenas, damos mais valor ás pequenas coisas que por vezes parecem não ter significado. 
Laranjeira 
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 Olho o teu espaço Não estás, Está vazio, frio, Está cinzento Como o tempo Do outro lado As folhas caem de mansinho Parecem quererem chamar-te Carinho... Amanhã sei que virás Trarás aquele sorriso Sabes que dele preciso Nele está o meu alento És o meu tempo A minha música O meu diapasão Meu coração agradece Rezo uma prece Por seres quem és Obrigada Por me fazeres sentir Tão amada!... 
Laranjeira 
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Mar, meu querido mar Que me adormeces Com palavras doces de sereia, Embalas-me nas tuas ondas, Eu relaxo, eu estremeço, Que odisseia!... De manhã, logo ao raiar da aurora Á tardinha ao pôr-do-sol De noite, Seja quarto minguante Seja quarto crescente Ou mesmo de Lua cheia. Laranjeira 
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