Trata-se de um projecto ambicioso e a longo prazo como referiu Alberto Méndez, CEO da BQ, uma aposta num novo sistema operativo, o UBUNTU, na gíria um open source, ou um sistema de código aberto.
O seu principal obstáculo, ou objectivo, será conquistar mentalidades… e hábitos.
Surge optimizado, com um maior ecrã, agora de 5 polegadas, mais resolução (1280×720) e especificações. Falamos do imprescindível para o desempenho, um conjunto formado pelo processador quad-core da MediaTek a funcionar a 1.3GHz, 1GB de memória RAM e a duplicação da capacidade de armazenamento, agora de 16GB e passível de expansão através do slot para cartão microSD.
As suas capacidades fotográficas também foram motivo de atenção, e na parte frontal encontra-se uma câmara com 5mp, ao passo que a traseira atinge os 13mp, auxiliados um dual flash, lentes Largan de alta qualidade e um sensor BSI.
Característica comum a outros BQ é a opção dual-SIM, ou a capacidade para utilizar dois cartões. Expande a opção do utilizador, com a possibilidade de trocar de operador apenas num smartphone.
No campo da conectividade está dotado de WIFI 802.11 b/g/n, Bluetooth e GPS… peca apenas por não ser 4G LTE.