O homem vai começar a ser julgado em Setembro pelos crimes cometidos entre 2006 e 2011. Continua a negar os crimes, alegando que se trataram apenas de “actos inconvenientes”. O pedófilo culpou ainda o próprio filho dos 134 ficheiros de pornografia infantil.
Escreve ainda o Correio da Manhã, o abusador praticou os crimes em sua casa, nas instalações do ATL e numa piscina municipal.
O arguido está em liberdade, impedido apenas de exercer funções que envolvam menores.