A publicação norte-americana distinguiu os jornalistas que se colocaram em risco para garantir que a verdade vinha a público. Os nomes foram hoje anunciados e são chamados de "guardiões da verdade".
Para personalidade do ano, a Time distinguiu o jornalista Jamal Khashoggi, este que era um crítico do Governo saudita e colunista do Washington Post, e que foi morto no consulado saudita em Istambul, na Turquia, no passado dia 2 de outubro deste ano.
"Denunciou ao mundo a brutalidade contra todos aqueles que falassem. E foi assassinado por isso", escreve a Time, referindo-se ao jornalista.
Além do jornalista saudita, são também "guardiões da verdade" jornalistas do Capital Gazzete – cuja redacção foi atacada em junho deste ano – dois jornalistas da Reuters, que foram presos durante sete anos por terem noticiado a morte das minorias Rohingya, Kyaw Soe Oo e Wa Lone, de 28 anos e 32 anos, respetivamente.
Este ano, a Time lançou quatro versões da capa, todas elas a preto e branco.