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Mais Europa

Um dos Citroën A marca Hyundai/Kia, que no ranking mundial ocupa o 5.º lugar (Toyota em 1.º, VW em 2.º, Ford em 3.º e Chevrolet em 4.º), está agora apostada em aumentar a sua presença no mercado europeu, onde teve um crescimento de 40%, entre 2007 e 2014.

Um dos seus trunfos para conseguir este objectivo é o novo Hyundai i20, que entra agora na terceira geração e que foi totalmente pensado e fabricado no velho continente. Um veículo que, pode dizer-se, foi feito ao gosto europeu.

Com toda a sua gama a ter sido renovada nos últimos cinco anos (o modelo mais antigo - Hyundai i10 - tem apenas dois anos), este Hyundai i20 é o mais jovem representante da marca coreana, que desde logo apostou forte num visual mais moderno, onde se destacam os faróis dianteiros e o grupo óptico traseiro em forma de boomerang, o que lhe confere um look personalizado e mais atraente.

O habitáculo é outra das mais-valias, apresentando-se mais espaçoso, beneficiando do facto de este modelo ser mais comprido (44 mm), mais largo (24 mm) e mais alto (33 mm) do que o da geração anterior. Com isto ganha quem viaja no banco traseiro, podendo fazê-lo com todo o conforto. A posição de condução é muito boa e o painel de instrumentos é de fácil leitura e acessibilidade. O único ponto fraco é o uso de plásticos rijos, mas num veículo do segmento B é difícil exigir mais.

A unidade que ensaiámos foi o 1.2 de 84 cv, motor que, como é óbvio, não quer competir em grandes corridas, mas desembaraça-se muito bem. O comportamento em estrada é bom e todos lucram com o trabalho do fabricante no que ao isolamento do habitáculo diz respeito. Pouco ruído é o que se pede e isso foi cumprido. Na construção aposta em aço leve de alta resistência, permitindo-lhe aumentar a rigidez, o que melhora muito o comportamento em curva onde o Hyundai i20 adorna pouco.

Se a tudo isto juntarmos uma boa oferta de equipamento, a opção por este veículo do segmento B mostra-se interessante e pode ser aposta de força do grupo coreano.