Sociedade

PSP evita confrontos entre manifestantes e contramanifestantes em Braga

A PSP de Braga evitou durante esta tarde, por várias vezes, confrontos entre manifestantes e contramanifestantes, a propósito das comemorações, nesta cidade, do 1 de dezembro, o Dia da Restauração da Independência de Portugal, uma das quais à saída do Cemitério de Monte de Arcos, em Braga, afastando ainda um jovem que chamou “bófias” aos polícias.

Joaquim Gomes
Joaquim Gomes
Joaquim Gomes
Joaquim Gomes
Joaquim Gomes
Joaquim Gomes
Joaquim Gomes

Nas imediações do Cemitério de Braga, o jovem teve de ser manietado por agentes da PSP de Braga, que o afastaram do grupo de apoiantes do PNR, quando saíam do mesmo cemitério, no momento em que chegava um cortejo fúnebre, tendo o contramanifestante protestado contra o facto de ouvir cânticos nacionalistas, dentro do cemitério bracarense.

Depois dos momentos de alguma tensão, prontamente sanados pelos agentes da Polícia de Segurança Pública, à saída do Cemitério de Braga, o trabalho principal dos agentes da PSP consistiu em travar a marcha dos elementos do Partido Nacional Renovador (PNR), que ao final da tarde deste sábado pretendiam passar junto aos manifestantes da Frente de Unidade Antifascista (FUA), concentrados na Praça do Conde de Agrolongo (Campo da Vinha), tendo sido barrados pelos polícias a cerca de 100 metros dos eleemntos da FUA.

Através de agentes fardados e à civil, incluindo Equipas de Intervenção Rápida (EIR’s), o Comando Distrital da PSP de Braga controlou todas as movimentações das duas partes, adeptos do PNR e apoiantes da Frente de Unidade Antifascista (FUA) fundada em Braga. 

O Partido Nacional Renovador (PNR) promoveu uma homenagem aos combatentes da I Guerra Mundial, na Batalha de La Lys, no obelisco situado na Avenida Central, tendo de seguida promovido uma romagem de saudade à estátua e ao túmulo do Cónego Eduardo de Melo, que foi vigário-geral da Arquidiocese de Braga e uma figura de proa durante o Período Revolucionário em Curso (PREC), no Verão Quente de 1975/1976, combatendo as posições extremistas dos partidos de esquerda, a partir do Norte, tendo feito parte do Movimento Democrático de Libertação de Portugal (MDLP) e do Grupo Maria da Fonte.