Vida

Sandra Felgueiras barrada à porta de discoteca em Vila do Conde

Representante do espaço explicou que a jornalista e o marido não se "enquadravam no dress code da casa" 

Sandra Felgueiras e o marido, Tiago Leote Cravo, foram no último sábado impedidos de entrar na discoteca Forte de S.João, em Vila do Conde. Através das redes sociais, a jornalista partilhou o episódio “lamentável” que viveu durante as suas férias no Norte.

“Estou há uma semana no norte a dizer bem de tudo: das pessoas, da comida, do bem receber e cuidar. Daqueles mimos que se esquecem quando se vive há 25 anos em Lisboa. Mas depois há os episódios como o de há momentos. Os simplesmente inexplicáveis a não ser à luz de um provincianismo saloio que deixará para sempre esta marca de bimbalhice que todos veem mas preferem, por decência, não comentar”, começou por escrever Sandra Felgueiras, na sua página de Facebook.

“Pois vejamos: fui com o Tiago ao forte de São João em Vila do Conde. Ou melhor, tentei ir.  Um segurança que, seguramente, cumpre escrupulosamente a sua função de criar bom ambiente à casa entendeu que nós não ‘faríamos boa casa’ e portanto disse-nos que não daria para entrarmos. Hoje e para sempre”, acrescentou.

A jornalista da RTP, que realça não ser “mais nem menos do que ninguém”, explica que acabou por se retirar do local.

“É óbvio que o Norte não é isto. Mas também é óbvio que não se pode continuar sem dizer o óbvio só porque alguns não gostam de ouvir as verdades. Amigos, já ninguém suporta esta bimbalhice de olhar constantemente para a marca das roupas e ver quem traz um ‘Dolce & Gabbana’ maior do que o parceiro do lado A vida é muito mais bonita sem estes estigmas do bem parecer!”, lamentou Sandra Felgueiras.

“Vou regressar ao sul e isto era totalmente dispensável! Escusado será dizer que nem me passa pela cabeça discutir se estávamos mal vestidos. Porque naturalmente não estávamos como nunca estamos”, assegurou.

De acordo com o Jornal de Notícias, Pedro Mesquita, um dos sócios da empresa que gere o espaço, frisou que "ninguém se recorda do caso em concreto", e que, no mesmo dia, foram barrados "200 a 300 que não se enquadravam no dress code". O responsável afirma ainda que é “frequente” as pessoas associarem a discoteca a um look “mais desportivo” e de "quase ida à praia". Assim, "havaianas" ou "t-shirt" é sinónimo de entrada barrada. "Não são mais nem menos do que ninguém", realçou.