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Mulher abraça polícia depois de ser levada como refém durante assalto a loja | Vídeo

Depois de dois suspeitos de um assalto se entregarem às autoridades, um terceiro decidiu fazer uma mulher refém.

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A funcionária de uma loja de telemóveis foi feita refém durante uma tentativa de assalto, num dos locais mais movimentados de Angra Reis, estado do Rio de Janeiro, no Brasil. O assaltante acabou por morrer.

Tudo aconteceu na manhã desta quarta-feira e as redes sociais rapidamente se encheram de vídeos do momento.

Depois de invadir a loja, o suspeito, de 20 anos, caminhou cerca de 200 metros com uma arma apontada à cabeça da mulher. A jovem, de 21 anos, foi salva graças à intervenção de um polícia à paisana, que depois de três tiros conseguiu atingir o assaltante, que ainda chegou a ser levado para o hospital, mas acabou por não resistir.

O assaltante tinha invadido a loja com outros dois homens, que se entregaram imediatamente à chegada da polícia. Foi nessa altura, que o homem fez a funcionária refém.

Segundo a Polícia Civil brasileira, um quarto suspeito, que estaria à espera dos outros três num carro, conseguiu fugir e está a ser procurado pelas autoridades.

A jovem, identificada como Vitória Oliveira, não sofreu ferimentos, mas confessa que viveu momentos de terror, depois de passar mais de 15 minutos com uma arma apontada à cabeça.

"Nasci de novo. Quero agradecer primeiramente a Deus e a todos os policiais envolvidos. Não tenho como expressar a alegria de poder voltar pra casa hoje e ver minha família novamente", disse a jovem, em declarações ao G1.

"Ele botou a arma na minha costela, o tempo todo falando que ele ia me matar. Eu tentava ficar o mais calma possível. Ele pedia pra eu falar com os policias e eu falava, pedia, tentava falar com ele, também. Tentava acalmar ele, mas ele estava muito desorientado. E ele continuou andando, andando, falando que não ia me soltar", contou Vitória.

Uma imagem da jovem a abraçar um polícia no momento em que o assaltante foi abatido emocionou a Internet.

"Graças a Deus ele [polícia] foi lá, ele estava lá. Na hora eu corri. Só que quando eu corri, um outro policial me abraçou, e ali eu desabei. Porque ali eu tinha certeza que mais nada de mau ia acontecer comigo. Eu me mantive forte o tempo todo, mas ali eu não aguentei. Só senti alívio, alivio e felicidade por ter saído viva dessa situação que poderia ter sido bem diferente", rematou.