Economia

Desemprego recua em julho na zona euro e na UE

A Grécia (14,6%), Espanha (14,3%), Itália (9,3%) e Suécia (9,0%) apresentaram, em julho, as maiores taxas de desemprego.


A taxa de desemprego recuou, em julho, para os 7,6% na zona euro e os 6,9% na União Europeia (UE), segundo os dados divulgados pelo Eurostat.

De acordo com o serviço de estatística europeu, os 7,6% de desemprego na zona euro em julho comparam-se com os 8,4% homólogos e os 7,8% de junho.

Na UE, o desemprego recuou para os 6,9% face aos 7,6% de julho de 2020 e aos 7,1% na variação em cadeia.

A Grécia (14,6%), Espanha (14,3%), Itália (9,3%) e Suécia (9,0%) apresentaram, em julho, as maiores taxas de desemprego, com a República Checa (2,8%), Países Baixos (3,1%), Malta (3,3%) e Alemanha (3,6%) no outro extremo da tabela.

Em Portugal, o desemprego fixou-se em julho nos 6,6%, abaixo dos 8,1% homólogos e dos 6,8% de junho.

O Eurostat estima que, em julho de 2021, 14,613 milhões de pessoas estavam desempregadas na UE, das quais 12,334 milhões na zona euro.