Economia

SMN. Salário mínimo discutido na Concertação Social no dia 16

A governante destacou a “importância” que têm a “participação ativa e o diálogo social ativo, em sede de Concertação Social, que o Governo valoriza muitíssimo”.


O aumento do salário mínimo nacional vai ser discutido em Concertação Social no próximo dia 16 de novembro. “Vamos apresentar aos parceiros sociais, na Concertação Social, a proposta relativamente ao salário mínimo, para discussão com os parceiros da proposta do Governo”, afirmou o ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho.

A governante destacou a “importância” que têm a “participação ativa e o diálogo social ativo, em sede de Concertação Social, que o Governo valoriza muitíssimo”.

De acordo com a convocatória do Conselho Económico e Social, a reunião tem como ordem de trabalhos “discussão sobre a Retribuição Mínima Mensal Garantida para 2022” e outros assuntos.

O primeiro-ministro já tinha garantido que iria avançar com a proposta de aumento para 705 euros. “Vamos fazer tudo o que é normal fazer: Subida do salário mínimo, atualização dos salários [da função pública], atualização das pensões.

Quanto aos outros compromissos, como a atualização extraordinária das pensões, a redução do IRS, a criação das novas prestações sociais, designadamente do combate à pobreza infantil, todas essas medidas extraordinárias ou novas medidas, incluiremos no programa eleitoral com o compromisso de as aplicarmos retroativamente ao dia 1 de janeiro”, frisou António Costa.

Recorde-se que as confederações patronais manifestaram-se disponíveis, na terça-feira, para retomar a agenda de trabalhos da Concertação Social, nomeadamente a discussão do aumento do salário mínimo nacional para 2022.
“A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), a Confederação Empresarial de Portugal (CIP), a Confederação do Turismo de Portugal (CTP), na sequência da audição com Sua Excelência o Presidente da República e da recente reunião com o Senhor Primeiro-Ministro, estão disponíveis para retomar, dentro do atual contexto político, a agenda de trabalhos da Comissão Permanente da Concertação Social (CPCS), designadamente a discussão sobre o aumento do salário mínimo para o próximo ano”, segundo um comunicado sobre a posição conjunta das quatro confederações patronais.