Economia

Comércio a retalho e restauração tiveram queda de 28,6% em 2021

Associação apresenta onze medidas para dar resposta às dificuldades no setor do comércio a retalho (não alimentar) e à restauração.

 

Comércio a retalho e restauração tiveram queda de 28,6% em 2021

O comércio a retalho e restauração tiveram queda de 28,6% em 2021. A conclusão é de um inquérito realizado pela Associação de Marcas de Retalho e Restauração (AMRR) junto dos seus associados, que representam 3500 espaços comerciais e de restauração, revela que em 2021 a queda do volume de negócios face a 2019 se cifrou em cerca de 30%, mais precisamente 28,6%.

"Estes dados são ainda mais preocupantes na medida em que acumulam com a queda verificada em 2020 de 37,6%", refere em comunicado.

E lembra que, nos dois últimos anos, o comércio a retalho (não alimentar) e a restauração perderam cerca de 1/3 da sua faturação, ou seja, o equivalente a 8 meses de faturação.

Face a este cenário, a AMRR apresentou aos partidos políticos onze medidas para dar resposta urgente à situação-limite em que vive o setor, cujo fim de 2021 e início de 2022 reforçam a preocupação e a imprevisibilidade.

E recorda que em 2021 os espaços comerciais tiveram encerrados (cerca de 3 meses) ou limitados no desenvolvimento da sua atividade (na maior parte do ano), designadamente ao nível dos horários e do rácio de lotação e fala ainda das duas semanas seguintes ao Natal, Wfortemente penalizadoras, com a medida de proibição dos saldos".

A AMRR recorda que estes dados são ainda mais preocupantes na medida em que acumulam com a queda verificada em 2020 de 37,6%, ou seja, nos 2 últimos anos, o comércio a retalho (não alimentar) e a restauração perderam cerca de 1/3 da sua faturação, ou seja, o equivalente a 8 meses de faturação.

Para Miguel Pina Martins, presidente da AMRR, “estes números confirmam os dois anos absolutamente devastadores para o comércio a retalho não alimentar e para a restauração. A estes setores tem sido pedido para fazer um esforço e um sacrifício para defesa da saúde pública e do bem comum. Mas importa que não sejam deixadas para trás e que haja uma verdadeira distribuição de sacrifícios na nossa sociedade. As onze medidas que apresentamos são absolutamente necessários e acreditamos que serão bem atendidas pelos vários partidos políticos”.

 

 

 

Os comentários estão desactivados.