O ‘imobiliário’ é um setor, que no meu entender, não poderá estar incluído na questão da crise da habitação que se pretende resolver. Está a jusante da criação da habitação e não a montante como quer parecer
Não entendo como é que uma dada Entidade Pública promove um investimento público de construção por esta ‘modalidade simplificada’, de conceção-construção, ao critério, tanto quanto se percebe do empreiteiro.
Por força da pandemia o país ficou com um ‘mapa simplificado’, mas com limitações que evidenciam melhor as deficiências que é necessário e indispensável rever.