Hoje ocorre-me citar o dirigente histórico centrista José Ribeiro e Castro, numa curta declaração ao DN de domingo passado: “… Os cortes nas subvenções apareceram como um discurso de sobrevivência quando se quer atingir as pensões de sobrevivência. Mas de uma forma desequilibrada. Exemplo? Essa compensação não é necessária. O Pais precisa é de sinais…
Os membros do Governo continuam com os seus gabinetes escandalosamente grandes e inúteis, a gastar uma fortuna de milhares de milhões de euros, para emprego de ‘boys’.
Não deixo de me fixar no que pensarão Pedro Santana Lopes e Maria do Carmo Seabra, martirizados por deficiências no recomeçar das aulas no curto ano em que estiveram no Governo, comparando com o actual e alargado caos, de que não se vê o fim.
Depois de muito pressionado por todos a dar o exemplo, sujeitando também o Governo e os políticos à austeridade que Passos tem imposto ao resto do País sem com isso sequer conter a dívida, o primeiro-ministro optou por uma estranha solução: propor um corte de 15% nas subvenções dos políticos ainda em vigor (Sócrates, em…
Diz-se por aí que PSD e CDS andam outra vez de candeias às avessas, o que se reflecte negativamente na actividade de um Governo que já de si não tem grande coisa de positivo: a dívida pública tem aumentado metódica e consistentemente desde 2011, último ano de Sócrates (quando atingiu 107,2% do PIB, rondando os…
O regime das pensões de sobrevivência ou viuvez surgiu em Portugal no início da década de 60, destinando-se apenas a mulheres (que então raramente trabalhavam), que perdiam o direito se voltassem a casar ou passassem a coabitar com outro homem.
Numa altura em que está no cinema um filme sobre a figura de Diana Spencer, a ex-mulher do Príncipe Carlos de Inglaterra, de alguma qualidade e que procura fugir aos clichés da literatura e do jornalismo cor-de-rosa, baseado no livro que sobre ela escreveu Tina Brown, é extraordinária a atenção que se deu em Portugal…
E esta de Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, desatar também a ameaçar o Tribunal Constitucional português, com um ‘caldo entornado’, por este órgão contrariar aspectos que julga inconstitucionais da acção do Governo?
Suponho que ninguém fez uma interpretação tão nacionalmente positiva da última passagem da troika por Lisboa, como Marcelo Rebelo de Sousa no comentário da TVI domingo passado.
Vale a pena voltar à novela sobre a possibilidade de Woody Allen fazer um filme em Portugal, depois das suas digressões por Londres, Paris, Roma e Barcelona.
Leonel Pereira, o novo chefe do estrelado (pelo Michelin) restaurante São Gabriel, de Almancil, pôs o dedo em duas feridas do sector actualmente.
A Escola da Justiça portuguesa continua muito desenvolta neste aspecto: não a macem com denúncias de crimes, porque quem denuncia é que será condenado.
António Arnaut afirmou que está há 6 meses em lista de espera para uma operação às cataratas. Foi noticiado que já tentaram levá-lo para o particular, ou passá-lo à frente na lista de espera por cunha, mas que ele não aceitou nenhum dos dois métodos, por querer funcionar como exemplo de qualquer pessoa que recorre…
O Presidente Cavaco chamou masoquistas aos que não acreditam no pagamento da dívida externa portuguesa sem uma reestruturação. Ora os mercados e as agências de rating estão sempre a reafirmar que não acreditam, e não parece ser por essa razão.
Isabel Arriaga e Cunha, correspondente do Público em Bruxelas, e habitualmente bem informada sobre o que ali se passa, escrevia há dias que «os credores de Portugal preferem trabalhar com o actual Governo» a uma alternativa em marcha.
O Papa Francisco anunciou ontem, num Consistório de Cardeais, a canonização (proclamação como santos) de João XXIII (1962-65) e João Paulo II (1978-2005) conjuntamente, em 27 de Abri do próximo ano.
O que quero salientar é a vitória de Rui Rio nestas eleições autárquicas, através de Rui Moreira.
Parece que a economia paralela está bem estudada e quantificada. Cresceu, este ano, em Portugal, atingindo 25,4% do PIB nacional, ou quase 43,5 milhões de euros. O número foi divulgado há poucos dias, na Faculdade de Economia do Porto, pelo Observatório de Economia e Gestão de Fraude. De acordo com os responsáveis pelo índice da…
Devo reconhecer que sou benfiquista e sobrinho neto do seu fundador, Cosme Damião. Mas até pelo exemplo de ética desportiva deixado por Damião, não me sinto confortável com várias figuras dirigentes do clube, actualmente ou noutras ocasiões. Não me fascina, por exemplo, o presidente Vieira. E o treinador Jorge Jesus arrepia-me, desde as calinadas com…