Economia

Gestores públicos queixam-se de 'saneamento político'

A mudança na administração do Programa Operacional Competitividade e Inovação (Compete) está a gerar polémica. Vinhas da Silva, o ex-presidente do organismo responsável pelos fundos estruturais do Portugal 2020, já lamentou ter sido informado da decisão do Governo pelos jornais. Agora, o vogal Francisco Sousa Soares acusa o Executivo de fazer um «saneamento político à moda da geringonça».

Num e-mail enviado aos mais próximos, a que o SOL teve acesso, o gestor conta como evoluiu o processo de saída do Compete. Na semana passada, Vinhas da Silva e Sousa Soares foram afastados e Jaime Andrez foi nomeado como novo presidente. O ex-vogal classifica o processo como «inacreditável».

«Tudo decorreu muito bem nestes 1,5 anos, com muito trabalho, equipas motivadas e com bons resultados... até ao final da semana passada», começa por contar, acrescentando que tudo mudou com um telefonema do ministro da Ciência e do Ensino Superior, Manuel Heitor – que não tem a tutela do programa Compete, que pertence ao Ministério da Economia.

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