A vegetação está a crescer mais rápido por causa das alterações climáticas.
O sudeste e o sul da Europa são projetados como zonas hotspots, com o maior número de sectores e domínios a serem gravemente afetados
A vitória de Trump está a assustar os investigadores
Os 195 países presentes na na conferência das Nações Unidas sobre o clima (COP21) assinaram esta tarde em Paris um compromisso de luta contra as alterações climáticas.
O Presidente francês, François Hollande, considerou que, para a Cimeira do Ambiente ser considerada um êxito, o acordo deve fixar “uma trajetória” que evite um aquecimento global superior a dois graus centígrados até ao final do século.
A França manteve a realização em Paris da ‘cimeira do clima’ apesar dos atentados de 13 de novembro provocaram 130 mortos, mas proibiu a realização de duas grandes manifestações, e mobilizou 11.000 elementos para garantir a segurança.
Um relatório publicado hoje pela Agência Europeia do Ambiente (AEA) revela que a União Europeia “está no bom caminho para atingir e superar o objetivo de reduzir em 20 % as emissões até 2020”, avançou a Comissão Europeia (CE) em comunicado.
As autoridades da Nova Zelândia deportaram um cidadão de Kiribati que pediu asilo devido aos efeitos das alterações climáticas, indica hoje a imprensa local.
O Fundo de Desenvolvimento das Ilhas do Pacífico vai pedir aos principais emissores de gases de efeito estufa que indemnizem os países insulares afetados pelas alterações climáticas, informa hoje a imprensa local.
O Presidente francês, François Hollande, afirmou hoje que será um desastre se a comunidade internacional não conseguir um acordo sobre as alterações climáticas na cimeira de Paris, agendada para este ano.
Os países ricos enfrentam riscos maiores, como as alterações climáticas e as atividades humanas, que tornam as populações costeiras mais vulneráveis a inundações devastadoras, concluiu um estudo divulgado na quinta-feira.
Cerca de 60 autarcas do mundo inteiro, reunidos no Vaticano por convite do papa Francisco, assinaram hoje uma declaração na qual afirmam que a luta contra as alterações climáticas é “um imperativo moral para a humanidade”.
Cheias e inundações, ondas de calor, deslizamentos de terras e vento forte são as principais vulnerabilidades relacionadas com o clima identificadas por 26 municípios e alguns já estão a preparar respostas de adaptação, revelaram hoje dois especialistas.
A maioria dos portugueses está “muito preocupada” com as alterações climáticas, segundo os resultados de um inquérito realizado em Lisboa, inserido num debate global sobre o clima, que envolveu, no sábado, cidadãos de dezenas de países.
Se as alterações climáticas continuarem a ocorrer ao ritmo a que decorrem hoje em dia, uma em cada 6 espécies animais e vegetais – ou seja, 16% – vão acabar por se extinguir, explica um novo estudo publicado na revista Science.
A luta contra o extremismo violento e as alterações climáticas estão entre as prioridades fixadas pelo Departamento de Estado norte-americano para os próximos quatro anos, revelou um relatório hoje publicado.