O mandatário nacional da candidatura de Cotrim Figueiredo prefacia um livro biográfico muito elogioso de Gouveia e Melo apresentado na semana passada.
Cientista explica que apoia Seguro por “um futuro construído com inteligência, coragem e independência” e reforça a aposta em ciência, educação e cultura.
Hipóteses de segunda volta parece estar a aumentar, o que terá levado o Presidente a antecipar a ida às urnas, para escolher o seu sucessor.
Perguntámos a Assis o que é que Seguro tem de fazer para passar à segunda volta das eleições presidenciais, quando as sondagens indicam que não há um candidato capaz de vencer à primeira volta. Assis não hesitou: “Tem de ser o candidato da esquerda democrática.”
E agora vêm aí as Presidenciais. Gouveia e Melo apresentou manifesto, Mendes anunciou o mandatário, Ventura reuniu governo sombra e Costa entra na liça na véspera do apoio do PS a Seguro.
Capitão de Abril insiste numa Esquerda unida e recorda palavras de Cunhal, nem que seja preciso “tapar a cara” do candidato no boletim de voto.
Henrique Gouveia e Melo recolhe apoios entre os eleitores de quase todos os partidos e venceria uma segunda volta
Evento contou com as intervenções de Gouveia e Melo, Marques Mendes e António José Seguro, do ministro Gonçalo Matias, entre outros.
Numas presidenciais em que o favorito vem de fora do sistema político, a caça de apoios fora dos partidos de origem e no mundo militar assume um valor acrescido.
Apesar de não ter concorrência na corrida à liderança, as movimentações no PS não pararam e concentram-se em garantir que Carneiro não apoie Seguro a Belém.
José Faria da Costa, antigo Provedor de Justiça é o apoio mais recente à campanha de Seguro.
Em exclusivo para o Nascer do Sol, Marques Mendes explica que Presidente quer ser. Diz que é preciso combater as causas que levam ao voto no Chega e propõe-se mediar governo e partido em nome da estabilidade.
Com um vasto percurso no PS, liderou a Juventude Socialista, foi deputado e eurodeputado, secretário de Estado (da Juventude e Adjunto do Primeiro-Ministro), e ministro (Adjunto do Primeiro-Ministro) no governo de António Guterres
Atacado no passado por ter ajudado Passos Coelho com uma ‘abstenção violenta’, António José Seguro volta a defender compromissos duradouros entre os partidos e considera que o Presidente deve ser desbloqueador.
A corrida a Belém ainda mal começou, mas já se sente o clima de confronto entre os candidatos e protocandidatos às presidenciais de 2026. Gouveia e Melo é o principal alvo a abater.
Tal como aconteceu com Marcelo, Seguro quer ir de Celorico a Belém.
Faltam onze meses, mas o ambiente político aquece em torno das presidenciais. Tanto à esquerda como à direita teme-se uma vitória quase certa do almirante Gouveia e Melo.