As escutas a Armando Vara que incluem conversas com o então primeiro-ministro José Sócrates, em que ambos conversam sobre a compra da TVI pela PT e ainda sobre o alegado plano para “controlar” igualmente outros órgãos de comunicação social, serão hoje à tarde destruídas pelo Tribunal de Aveiro.
O Tribunal de Aveiro condenou Armando Vara a cinco anos de prisão efectiva porque, segundo os juízes consideraram provado, o antigo ministro socialista “fez um ‘pactum sceleris’ [pacto criminoso] e houve vários contactos, entre Manuel Godinho, Armando Vara e Lopes Barreira em conjunto ou isoladamente para concretizar esses objectivos estabelecidos”. E deu como provado em…
O ex-ministro Armando Vara, hoje condenado a cinco anos de prisão efectiva no âmbito do processo “Face Oculta”, declarou-se hoje “em choque” com a pena aplicada pelo Tribunal Judicial de Aveiro.
As gravações das conversas telefónicas entre Armando Vara e José Sócrates, que constam do processo Face Oculta, vão ser destruídas na próxima segunda-feira, dia 8, anunciou o juiz-presidente do colectivo, Raul Cordeiro, que está a ler o acórdão.
O Tribunal de Aveiro acabou de negar razão a Armando Vara na questão das escutas do caso Face Oculta, já que o antigo ministro socialista pretendia a nulidade dessas escutas e a sua retirada do processo.
O Tribunal da Relação de Lisboa anulou hoje a coima de 40 mil euros aplicada a Armando Vara, por violação negligente do dever do mercado, na qualidade de vice-presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD).
O Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão, em Santarém, aplicou uma coima de 40.000 euros a Armando Vara por violação “a título negligente do dever de defesa do mercado” quando era administrador da Caixa Geral de Depósitos (2006/2007).