O incidente, que ocorreu pelas 5h da manhã locais (4h em Lisboa) provocou, além dos seis mortos, dez feridos graves e 27 feridos ligeiros.
Vítima estava sentada dentro de um carro quando uma outra viatura sem matrícula passou e o único ocupante fez “vários disparos”.
Ator conta que motorista ia buscar o carro mas não apareceu durante 20 minutos.
“O proprietário da viatura deslocou-se ao departamento policial e formalizou a respetiva denúncia”, adiantou autoridade.
Emad Al Swealmeen, o responsável pelo ataque, morreu na explosão do engenho de fabrico artesanal quando se encontrava no interior de um táxi.
De acordo com a polícia antiterrorismo, citada pela BBC, os detidos, com 21, 26 e 29 anos, foram detidos por ligações com a explosão que provocou a morte do passageiro de um táxi.
Menor foi transportado para o Hospital de São João, no Porto.
Foram ainda apreendidos artigos por suspeita de terem sido roubados do interior de um estabelecimento comercial.
Cadáver da mulher de 49 anos já foi recuperado.
Autoridades adiantam que foram disparados vários tiros.
Não se esqueça que os custos não terminam com o pagamento do automóvel
Porém, o guião não era a única peça com valor no interior do automóvel.
Acidente ocorreu na manhã desta quinta-feira.
Animais apresentavam sinais de desidratação.
Denúncia permitiu recuperar o veículo.
Cinco vítimas foram encaminhadas para o Hospital de la Costa del Sol, uma das quais uma mulher que deu entrada na unidade hospitalar em estado grave, informaram as fontes municipais espanholas.
Pessoa que guiava o carro ficou ferida e foi transportada para o Hospital de São Francisco Xavier.
Todos os testemunhos coincidem: o carro em que seguia o ministro da Administração Interna seguia a mais de 200 km/h no momento em que colheu mortalmente um trabalhador que efetuava limpeza na berma da A6 e que se preparava para atravessar a faixa de rodagem.