Em comunicado, os sindicatos informam que as ações de hoje começam com um “apagão de protesto” – uma paralisação nas infraestruturas de Portugal (IP) e a CP que durará entre as 10h00 e as 11h00.
Sindicato diz que reivindicações dos trabalhadores continuam sem resposta.
Garantia do ministro vem no seguimento do concurso de compra de 117 automotoras para a CP.
Funcionários exigem pagamento de salários em atraso.
Dos comboios regionais, dos 66 previstos não se fizeram 24 ligações e em Lisboa, nos urbanos estavam programados 115 e foram suprimidos 23.
No local estão elementos dos Bombeiros Voluntários do Estoril, do INEM e da PSP, num total de 13 operacionais apoiados por cinco viaturas.
O tribunal arbitral decretou serviços mínimos de cerca de 30% a nível nacional.
Entre sábado e a sexta-feira da próxima semana, está prevista a ‘realização da maioria dos serviços regulares’. Porém, ‘alguns comboios poderão ser suprimidos’.
A CP revela que, entre 11 e 17 de março, prevê-se “realização da maioria dos serviços regulares”, mas “alguns comboios poderão ser suprimidos”.
Causas do acidente ainda estão por apurar.
Circulação está interrompida nos dois sentidos.
“Fortes perturbações” na circulação de comboios até 2 de março.
A CFF frisou que o objetivo é melhorar o atendimento e a segurança e não fins financeiros.
As perturbações vão-se manter até ao dia 21 deste mês.
É o terceiro dia seguido em que as greves no setor ferroviário têm afetado a circulação de comboios.
Das 17 ligações concretizadas, duas são em regionais, 13 urbanas em Lisboa e duas urbanas no Porto.
A CP já tinha alertado os passageiros para perturbações na circulação a partir de dia 8.