A Europa enfrenta uma erosão civilizacional acelerada causada por ideologias supranacionais que corroem democracia e soberania e políticas migratórias que transformam a demografia e geram conflito social.
Vance disse em Munique que o maior perigo para a Europa não reside em ameaças externas mas no ‘perigo interior’ que representa a erosão dos seus valores fundamentais…
Dois ou três esquissos de cenas que podiam ter saído da genial caneta do José Vilhena, esse atento cronista de uma certa pequena burguesia lisboeta
Os países europeus estão asfixiados por essa máquina infernal que está a destruir as estruturas essenciais do seu poder e do seu modo de vida.
‘Estado’ da Palestina: viemos certificar moralmente, e premiar, os miseráveis assassinos do 7 de outubro…
As reações a estas duas mortes são um sinal de alerta. Sinal de que uma fronteira foi ultrapassada.
Lembram-se dos jornalistas e comentadores que se horrorizavam com o ‘Mussolini de saias’ que iria destruir a Itália, a Europa e o mundo? Onde estão essas luminárias? Caladas.
Quando a sombra de Mordor desce sobre a Terra Média, desvanecem-se todas as cores e restam só duas: o preto e o branco.
Ninguém acredita no sistema – mas todos dele dependem em demasia para o mudar.
Deixaram-se passar dois anos e a mesma Constituição ressuscita sob o nome ‘Tratado’ em vez de ‘Constituição’.
Quem não estiver de acordo com a Lusa, ou seja, com o Governo, é exterminado como reles desinformador pela Lusa Verifica.
São precisas muita energia e muita coragem para, contra tudo e contra quase todos, poder mostrar estes resultados.
Uma Europa das Nações, unida em torno da sua cultura, das suas tradições e das suas raízes greco-latinas e judaico-cristãs pode ter um lugar de relevo no novo panorama geopolítico.
A escala de valores pela qual Bruxelas tudo mede está nos antípodas da tradicional escala greco-romana e cristã dos valores europeus.
A Europa achava que o tio americano ia pagar as contas das férias na praia até ao dia do Juizo Final. Enganaram-se.
A política é cada vez menos feita de valores e princípios, e cada vez mais de interesses mesquinhos…
Caso a Europa se mantenha como está, o fosso que a separa da América atingirá a breve trecho proporções hoje inimagináveis.
Esta é a hora de colocar na agenda política o tema das autárquicas e iniciar-se o debate acerca das candidaturas e dos projetos…
Quero que me devolvam a vida e o sentido da vida. A minha e a de todos nós, portugueses.