A ministra da Saúde apresentou na madrugada de hoje a demissão, com a justificação de que “deixou de ter condições” para exercer o cargo.
O chefe de Estado preferiu também não comentar a demissão, ao sustentar que “não é analista político”. Contudo, Marcelo não deixou de apontar qual é a sua preferência na forma como o Serviço Nacional de Saúde deve ser gerido.
O primeiro-ministro afirmou que ainda não tem um nome pensado para o lugar de Temido, sendo que a sua substituição será feita “quando for oportuno”, demonstrando a ideia de que demorará a escolher o próximo ministro.
Setor “precisa de uma estratégia clara, que permita a resolução dos problemas estruturais do SNS”.
“Somos um país que escolhe pôr dinheiro na banca e na TAP ao invés do SNS”, criticou Ana Rita Cavaco.
É preciso “um ministro que faça acontecer e que resolva os problemas que afetam a saúde em Portugal”, diz Miguel Guimarães.
Esta demissão “só por si não resolve os problemas de que o SNS em geral padece”, diz associação.
Marta Temido apresentou esta terça-feira a demissão por considerar que “deixou de ter condições” para continuar a exercer o cargo.
“Diria que era uma demissão expectável (…). A dificuldade de diálogo que foi acumulando com os diferentes intervenientes acabou por ditar esta demissão. Diria que era expectável que viesse a acontecer, mas não esperávamos que fosse já”, afirmou o responsável, à agência Lusa.
Primeiro-ministro agradeceu “todo o trabalho desenvolvido” por Marta Temido, “muito em especial no período excecional do combate à pandemia da covid-19”, acrescentando que executivo “prosseguirá as reformas em curso tendo em vista fortalecer o SNS e a melhoria dos cuidados de saúde prestados aos portugueses”.
Os médicos afirmam que não é possível garantir a segurança da assistência hospitalar.
Presidente italiano inicia consultas ainda hoje e pode convocar eleições.
O primeiro-ministro britânico, que se tentara agarrar ao seu posto perante sucessivos escândalos, resistindo a uma moção de censura dentro do seu partido, cedeu perante uma onda de demissões.
Acredita-se que Johnson pode ficar como primeiro-ministro até ao outono.
As demissões do Governo somam-se em catadupa, mas Boris Johnson insiste que se mantém no cargo.
Demissão acontece numa altura difícil para a companhia low cost, mas também para todo o setor da aviação, em plena vaga de cancelamentos de voos.
Conferência de imprensa foi marcada após encontro com primeiro-ministro em São Bento. Reunião demorou cerca de 40 minutos
“Foi sem intenção”, disse o ministro das infraestruturas ao chefe de Governo, para justificar a publicação do despacho sem consulta prévia do primeiro-ministro.