Os militares, que derrubaram o Governo de Abdalla Hamdok num golpe de Estado, apertam o seu controlo sobre setores essenciais da economia do Sudão.
O general que liderou o golpe de Estado no Sudão, Abdel Fattah al-Burhan, disse que os militares só tomaram o poder para evitar uma “guerra civil”.
Chefe de Estado afirmou que uma comunicação social fraca acabar por enfraquecer as democracias
Para Rui Rio a verdade não é negociável. Tem todos os atributos para ser sem qualquer dúvida um grande governante, mas tem o azar de estar a desempenhar o lugar mais difícil e mais ingrato, ser líder do maior partido da oposição
O jornal pró-democracia de Hong Kong, Apple Daily, foi obrigado a encerrar depois do governo ter mandado congelar os fundos do diário.
O envio dos dados de opositores à Rússia gerou exigências de demissão e de apuramento de que outras ditaduras receberam informações semelhantes.
Com centenas de jovens fugidos para território de minorias, à procura de abrigo ou treino militar, fala-se de ripostar contra o exército birmanês.
Nunca julguei que fosse possível no mundo dito democrático haver uma censura institucionalizada. Mas já há. E é assumida despudoradamente pelo Twitter, pelo Google, pelo YouTube.
A aplicação é um dos principais meios de comunicação no país, por não cobrar o uso de dados móveis. A sua proibição dificultará a contestação ao golpe de Estado desta semana.
Queda é justificada em grande parte pelas medidas contra a pandemia adotadas pelo Governo português, mas também pela redução de debates parlamentares e pela “falta de transparência” na nomeação do presidente do Tribunal de Contas.
Com o golpe de Estado, vem a perda de investimento internacional. Mas, ao menos, os militares devem poder contar com o apoio tácito da China.
A oposição promoveu uma consulta popular que ficou longe de ser a demonstração de força pretendida.
Peço eu e a maioria dos portugueses ao primeiro-ministro e ao líder da oposição, dois europeístas convictos que deixem o orgulho e a estratégia de lado e que se entendam
A política disse esperar que a sua eleição “mostre a uma criança LGBTI que a nossa democracia é suficientemente grande para ele também”.
Os portugueses têm a sensação de que os governantes não fazem o trabalho de casa, nem implementam as medidas necessárias para a proteção e defesa da saúde pública e dos trabalhadores.
Durante demasiado tempo, o Governo, com a cumplicidade do sr. Presidente da República e a passividade do principal partido da oposição, ficou refém das exigências e dos caprichos irresponsáveis de um partido minoritário, (o BE), cujo mérito principal é só a forma como penetra, se mantém e é tolerado pela generalidade dos órgãos da comunicação…
Pode valer tudo em nome da democracia? Ou a liberdade de expressão que foi conquista de Abril pode ser vilipendiada por qualquer um, mesmo deputado? Caro Dr. Ferro Rodrigues, não se lhe oferece dizer nada? Porque nada sabe dizer sobre isto quando tão pressurosamente opina sobre tanta coisa ou porque ainda está estupefacto?
Estamos perante uma democracia do ‘poder’ onde, nas costas do povo, se decide aquilo que está decido e se tenta branquear e legitimar esse ato a partir de uma chancela que não passa de uma tentativa revestida de oportunismo político.