Este regime para preservar postos de trabalho estará operacional até 31 de dezembro de 2022, mas poderá ser prorrogado por um novo período de seis meses.
Número de desempregados subiu 37% em julho e chegou aos 407 mil, mas valor não bate certo com os que têm sido divulgados pelo INE. Eugénio Rosa já tinha alertado para a perda de 1.500 empregos por dia que têm sido ‘escondidos’.
Número de inscritos nos centros de emprego ultrapassou os 407 mil, mas analistas garantem que futuro depende da evolução da pandemia.
Relatório divulgado pelo IEFP indica que o Algarve continua a ser a região que regista maior aumento do desemprego, com uma subida de 216,1% em julho, em comparação com o mesmo mês do ano passado.
Apesar da pandemia, o desemprego na Nova Zelândia baixou para os 4%.
A garantia é do economista Eugénio Rosa que afirma que desemprego já atingia mais de 630 mil pessoas em junho. Recuperação rápida é uma “ilusão”, diz.
Resposta do Executivo “tem sido, desde o primeiro momento, flexível e aberta, para tentar responder às circunstâncias que vão mudando”, sublinhou Siza Vieira.
Taxa subiu 1,1 pontos percentuais em junho face aos 5,9% que foram registados no mês de maio.
O nível de desemprego no conjunto dos países da OCDE no final deste ano “será pior” que o registado durante crise financeira de 2008. A organização antevê que o desemprego em Portugal aumente entre 5,65% e 7,10% devido à pandemia de covid-19.
Gabinete de estatística estima que tenham sido destruídos 192 mil empregos entre fevereiro e maio.
Queda da receita e aumento da despesa estão a desequilibrar as contas públicas. Estado está a receber menos impostos e aumentar gastos com medidas ligadas ao layoff e à aquisição de equipamentos na saúde. Também a taxa de desemprego disparou em maio com a região do Algarve a ser a mais penalizada. Futuro não é…
Pandemia trouxe mais 100 mil desempregados em Portugal, em maio. Economistas acreditam que número poderá ser ainda superior.
Existem mais de 400 mil pessoas inscritas no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).
Na zona euro, o desemprego subiu dos 7,1% para os 7,3% em abril, segundo os dados divulgados esta terça-feira pela OCDE.
Na zona euro, a taxa de desemprego subiu face aos 7,1% de março, mas ficou abaixo dos 7,6%, registados em abril de 2019. Na UE, os 6,6% de abril ficam acima dos 6,4% de março, mas são inferiores aos 6,8% do mesmo mês do ano anterior.
A taxa de desemprego caiu para os 6,2% em março, uma descida de 0,2%, em relação a fevereiro, e de 0,3%, em comparação com março de 2019, divulgou esta terça-feira o INE.
A Coordenadora do Bloco de Esquerda explicou que esta é uma medida que permite não só ajudar que, por cessação de atividade, tenha ficado desempregado e sem acesso a outros apoios, como também uma forma de fiscalizar “como nunca” algumas situações, permitindo assim a erradicação de mecanismos ilegais e de abusos destes trabalhadores.
O alerta é dado pelo economista Eugénio Rosa ao garantir que o desemprego real é muito superior ao desemprego oficial e ao registado.