O Instituto Nacional de Estatísticas (INE) divulgou que no total do ano de 2017 a taxa de desemprego foi de 8,9%, abaixo da estimativa do Governo de 9,2%.
Em menos de um mês três grupos anunciaram despedimentos coletivos. A este número é preciso somar os que ocorreram em 2017, altura em que o desemprego bateu mínimos.
O Instituto do Emprego e Formação Profissional abriu as candidaturas até 1 de março; estão agendadas mais três fases ao longo do ano
O desemprego na Europa recuou e Portugal foi o segundo país da zona euro e terceiro na União Europeia (UE) onde a taxa de desemprego mais baixou em dezembro no ano passado, em comparação com o mesmo mês de 2016.
O ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social comentou, esta segunda-feira, em Coimbra, que os números relativamente à descida do desemprego “são extremamente positivos”, realçando que, apesar de tudo, há ainda um longo caminho a percorrer.
A taxa de desemprego na zona euro caiu para os 8,7%, um novo mínimo desde janeiro de 2009. Portugal teve a segunda maior quebra homóloga no desemprego, e na Alemanha, o desemprego crónico diminuiu para metade em dez anos.
A taxa de desemprego em Portugal desceu para os 8,4% em outubro de 2017, o valor mais baixo desde fevereiro de 2005. O INE projeta para novembro do ano passado uma nova queda para os 8,2%.
O número de inscritos nos centros de emprego caiu 16,8% em novembro por comparação com o mesmo mês de 2016.
População desempregada corresponde a 436,9 mil pessoas
A economia da zona euro está a crescer e o desemprego está a baixar. Mas a inflação continua sem subir, o que tem justificado o programa de compra de ativos do Banco Central Europeu (BCE).
União Europeia, Islândia, Noruega. Liechetenstain e Suíça são os países com os quais há protocolo
A taxa de desemprego na China atingiu, no final de setembro, o valor mais baixo dos últimos anos – 3,95%.
O INE aponta que Portugal terá agora 470,1 mil pessoas sem trabalho e quase 4,7 milhões de empregados, mais 20 mil do que em maio
Socialistas manifestam “abertura” para discutir fim do corte de 10% no subsídio, mas avisam que é preciso fazer “avaliação global dos custos”.
Indicador de subutilização do trabalho, usado pela primeira vez, permite ver quem está sem trabalhar mas não conta para os números do desemprego